Dá pra acreditar no visual que é este hotel na floresta da Laponia na Suécia?
O TREE HOTEL, no vilarejo de Harads, no norte da Suécia, oferece unidades diferentes concebidas por diversos arquitetos escandinavos, inclusive um quarto camuflado como um ninho de passarinho gigante, outro que parece um disco voador, um cubo espelhado que, para evitar que os pássaros colidam com ele, tem um ultravioleta transparente laminado entre os vidros que é visível somente para os pássaros, não é o máximo?
Pensado da maneira mais eco-friendly possível, o hotel é de alto luxo, proporcionando todo o conforto para os seus hóspedes.
As cabanas são presas com braçadeiras e cabos, nada de pregos ou parafusos, que podem ser ajustados à medida que as árvores crescem. Os galhos serpenteiam pelos quartos! Achei muito lindo!
Os Quartos:
The Bird’s Nest
The Mirror cube
The UFO
The Cabin
The Tree Sauna
The Blue cone
Mas como sou pra lá de urbana, vou esperar um de voces ir pra me contar que tal é… Brincar de Jane e Tarzan, só na tela da TV!
Os craques Antonio Dias e Vanda Klabin se encontram numa linda exposição, relatada abaixo pra vocês!
Hoje temos o privilégio e a honra de receber, de novo, a queridíssima Vanda Klabin, embaixatriz do BLOG no mundo das artes, pra nos contar novidades deste reino mais que encantado.
Para o meu particular deleite, e espero que pro de vocês também, o star da vez é um dos artistas brasileiros contemporâneos mais importantes, o “one and only” Antonio Dias. Vanda conta sobre a linda exposição de Dias, da qual ela foi curadora, que está na Galeria Athena Contemporânea, no Rio, até o final de outubro.
Imprimindo fotos sobre tela, a partir de originais de polaroide, o artista fez intervenções sobre a superfície das fotos impressas enquanto as revelava, no final dos anos 1980. Depois, digitalizou e o que veremos é o resultaldo, impactante, deste processo complicado e que me foi explicado pela comtetente Vanda. Leiam, vejam e curtam! BN
VANDA KLABIN:
” A obra de Antonio Dias, vasta e complexa, se desenvolve em um território de significações ambíguas, muitas vezes irônicas, repletas de inúmeras questões que permeiam os conceitos fundamentais do território plástico. Ao longo de décadas, ele trabalha com diversas linguagens artísticas, diferentes materiais e universos heterogêneos, em um ritmo flexível e intenso de expansão e experimentações: pinturas, gravuras, obras sobre papel, discos, desenhos, objetos, fotografia, cinema, videos e instalações sonoras.
Residiu em diversas cidades e estabeleceu diferentes ateliês, alguns permanentes, como no Rio de Janeiro, Milão, Paris e Colônia e outros transitórios, como no Nepal, Recife, Nova York e Berlim. Nesses deslocamentos constantes, estabeleceu pontos de contato com a produção local e a internacional e trouxe sempre à tona uma constelação de informações e referências dentro das quais sua obra se movimenta, sempre impulsionada pela necessidade irrequieta de explorar novos caminhos na sua produção.
A fotografia passou a integrar a sua obra como um elemento substantivo, adquiriu uma potencialidade, um vocabulário e um universo próprio, dentro do seu trabalho. Nesses trabalhos percebemos a reunião de dois recursos estéticos independentes: a captura do real, através de uma câmera polaroide, e a transferência para a tela, onde são estabelecidas equivalências poéticas através desse quase olhar da câmera, na passagem para a tela.
Nessa fronteira entre a pintura e a fotografia, a série de polaroides permite uma anotação rápida, um registro transitório e requer uma outra frequência que se prolonga ao romper as estruturas que a separam da pintura gestual, criando um mistura de linguagens que alimenta a pulsão do olhar.
A captura é o primeiro foco de atração: parecem guardar uma imediaticidade da experiência, reter o singular. Explora a idéia do efêmero como passageiro, transitório. Na iminência de uma dissolução, ganha uma presença permanente. A obra sai da câmera para uma imersão cromática e se consolida em um outro meios de expressão, originando trabalhos independentes e rematerializados um novo territórios geográfico. Francis Bacon mencionava que, para ele, as fotografias não são somente ponto de referências, muitas vezes elas são detonadoras de idéias.
Antonio Dias revela uma relação sensual com a matéria, dando aos seus trabalhos uma espessura significativa e um contorno impreciso e ambíguo, elementos que estão sempre presentes e que são os componentes constitutivos da sua poética: o lugar da arte e do artista, as associações entre texto e imagem, o uso da ironia como linguagem, as formas geométricas, as discussões sobre política, poder, sexo e sedução.
Nas suas palavras: “Todo trabalho deve ser inteligente, mas é importante, ao mesmo tempo, colapsar o entendimento. Todo trabalho bom, realmente inventivo, vai contra a lógica e a razão”. Antonio Dias, jornal O Globo,10 setembro de 1985.” VANDA KLBIN
OBS: Todas as fotos postadas são da exposição e têm a autoria de Eduardo Masini!
A maravilhosa “Arte Rio”, além de atualizar meus olhos e a minha emoção, no que se refere à produção artística proporcionou, também, alguns maravilhosos encontros, como o que tive com a sensacional artista plástica mineira, Rita Lessa.
Serviço americano simpatissíssimo!
Rápida como um pensamento, pois estava diante de um post vivo, pedi a ela que me contasse um pouquinho de sua trajetória e mostrasse a sua eclética arte, que vai de quadros maravilhosos a ítens divinos, de cama e mesa, para enfeitar as nossas casas. Divido esta preciosidade, com muita alegria, com vocês! BN
Almofadas super tropicais…
RITA LESSA:
“Comecei minha vida profissional, como ilustradora, aos 16 anos, sendo a mais jovem ilustradora do estado de Minas Gerais, à época, depois de ter feito Artes Plásticas e cursos livres em várias Escolas, no Brasil e no exterior, inclusive a bombada do Parque Lage, no Rio de Janeiro.
Lençol lindo de Rita, coleção bananeira, da linha “utilitária”!
Há 20 anos, coloquei no mercado uma linha de trabalhos que chamo de UTILITÁRIOS: toalhas de mesa, jogos americanos, almofadas, roupa de cama, bolsas, sacolas, tapetes, etc… Devo te dizer que minhas peças correm o mundo, desde então.
As FOLHAS DE BANANEIRA são meu ítem “best seller”: grandes ou individuais, foram super premiadas e solicitadas por toda parte (será que estou sendo “overdósica?” BN: Lógico que não, você está sendo, apenas, realista!), um ícone no meu percurso!
Vejam que lindos estes porta-garrafas: jingle bells está a caminho!
Ao lado deste trabalho, mantenho minha produção de telas, permanentemente, trabalhando com vendas para galerias, lojas, público final.
Linda tela de Rita Lessa!
Atendo a arquitetos por todo Brasil. Tive o privilégio de ter, em Cláudio Bernardes, um queridíssimo, um grande apoiador do meu trabalho. Possuo uma casa/ loja/ pequena galeria, em Bichinho, cidadezinha a 6km de Tiradentes, para atender ao venerável público” RL
A ORIENTAVIDA foi fundada, em 1999, pelo casal João Benedito Angeliere e Maria Celeste deCastro Chad e na ocasião ele era prefeito de Potim (em São Paulo), com intuito de ajudar pessoas menos favorecidas a combater a pobreza e a falta de oportunidade, de forma eficiente.
No começo eram apenas bordados em bolsas e os resultados foram logo um sucesso no mercado. Tanto, que em 2003 a ONG foi autorizada, pelo “Musée Du Boutis“, na França, a produzir “boutis “e piquê da Provence. São bordados típicos franceses, executados com técnicas especiais e que foram ensinados a 35 bordadeiras brasileiras. Tal a competência, que estas senhoras foram as responsáveis por todo o enxoval do Papa Bento XVI, em sua visita ao Brasil, em 2007.
A marca se tornou internacional, através de participação em feiras especializadas, pelo mundo, que divulgaram a marca. Hoje, a ORIENTAVIDA desenvolve suas próprias coleções e ainda confecciona produtos exclusivos, para algumas clientes especiais.
Por meio da comercialização destes produtos, a ORIENTAVIDA mantém em atividade continuada centenas de artesãs, com capacitação constante, palestras sócio-educativas, apoio psicossocial, ginástica laboral e auxílio alimentação. São mulheres de classes menos favorecidas, provedoras financeiras de suas famílias, que residem na região do Vale do Paraíba. Que obra maravilhosa! Que bom gosto! Parabéns Celeste!
A ORIENTAVIDA se tornou parceira da Ana Strumpf e, juntas, lançaram a primeira coleção licenciada pela Walt Disney. Lindo presente! Adorei!
MP
Lenço Minnie e Margarida
MinnieZé CariocaBranca de neveCinderela
Pato DonaltMickey
Vejam a beleza das almofadas com o tema DEBRET que elas criaram…maravilhosas, sensacionais, quero TODAS!