O maravilhoso estilista Ronaldo Fraga, que cria de olho na cultura brasileira!
Chegou junho e suas deliciosas festas típicas… Se você estiver animada, veja que graça eu encontrei nas minhas andanças, para embelezar o seu arraial.
Um pouquinho da moda de Ronaldo Fraga, pra quem não conhece…
Ousadia…
Mais um pouquinho de seus looks: sempre é bom ver beleza com personalidade…
Imaginado pelo super criativo e mega premiado estilista mineiro, Ronaldo Fraga, em parceria com a loja de casa que amo, a Tok & Stok, esta graça de “Kit São João” é composto por louça (bowl, prato raso e caneca) toalha de mesa, serviço americano, copo e até guardanapo, que infelizmente é de papel. O efeito é super alegre e tem o toque de artista e muita brasilidade, que o desenho de Fraga imprime. Chic e divertido. BN
VEJAM O QUE RONALDO FRAGA E TOK & STOK PROPUSERAM PRO NOSSO ARRAIAL!
O conjunto completo: a toalha xadrez é mais um ítem!
O serviço americano: o desenho lindo de Fraga na linha “Naive”, vai trazer arte para a nossa mesa!
O bowl para uma boa canjica!
Prato raso…
Copo e canecas fofos…
O guardanapo de papel: pro “arraiá” verdadeiro é o ideal…
Minha querida amiga, Ruth Niskier, que honra nosso Blog com sua leitura, me presenteou especialmente…
Eis meu lindo prato, com a máxima de Descartes pontificando, com sua caligrafia reproduzida!
Este é o carimbo atrás do prato, com as especificações!
Trata-se de um lindo prato de porcelana, enfeitado com uma das grandes frases já proferidas pela humanidade e impressa nele, com a caligrafia de seu autor: nada mais nada menos que o pai do cartesianismo francês, René Descartes, e sua “Je pense donc je suis”, ou melhor, “Penso, logo existo”. Requintado, este é o presente que me encanta e que vou, com certeza, copiar e, além de Descartes, muitas outras frases de ilustres pensadores estão nos esperando…
Jacques- Henri Pinault o proprietário apaixonado por livros desde a infância…
Comprado na maravilhosa, “Librarie Abbaye Pinault”, lugar que detém as melhores edições da literatura e também cartas autografadas pelos maiores personagens do mundo das artes e ciência, a livraria ampliou seu acervo produzindo presentes como este, sempre girando em torno do tema literatura e cia. Vale a sua visita à ela, quando estiver em Paris, delícia de programa! BN
Livros modernos e antigos, como os da foto, pontificam em suas estantes!
Encontramos por lá, também, autógrafos especiais como este de Jean Cocteau!
Ou estes chiquérrimos marcadores de livro!
CONTATO: LIVROS: 36, RUE BONPARTE TEL: +55 33 1 46330424 AUTÓGRAFOS: 27, RUE BONAPARTE TEL; +55 33 1 43548999
Paramos aqui, no post passado, quando desembarquei neste lindo “Spring Cottage”!
Como contei, em outro post, cheguei à Cliveden House depois de navegar por quase duas horas, saindo de Windsor: estava feliz e faminta.
A fonte linda que inaugura o gramado que mais parece um tapete conjugado à deslumbrante casa!
Do lindo “Spring Cottage”, onde aportei, até a casa, percorre-se 10 minutos de carro, cruzando parte dos 370 acres de jardins e parques que compõe a deslumbrante propriedade. De natureza pujante, o bosque que acompanha a estrada é denso e constante, talvez pra preparar a nossa entrada na magnífica e gigantesca clareira que abriga o palacete e que começa numa fonte linda, continua por um imenso gramado e termina, triunfalmente, na porta da casa que mais parece um castelo, com sua serena majestade: bem vindos à Cliveden House.
Eis a suntuosa Cliveden House: Uma espécie de Downton Abbey da vida real…
Com 300 e muitos anos de histórias pra contar, ela nos recebe como se fôssemos um de seus ilustres hóspedes do passado. Construída pelo Duque de Buckingham, em 1666, Cliveden House habituou-se a hospedar a realeza inglesa, até o início do século XX, quando passou às mãos da elite burguesa americana, ao ser comprada pelos Astor. Predestinada, a clientela mudou de reis e duques para “stars” como Charles Chaplin, Bernard Shaw, Winston Churchill ou Franklin Roosevelt: se suas paredes falassem, “Downton Abbey” estaria perdida.
O deslumbrante salão da casa: amo vermelho com verde limão!
De outro ângulo… A mesma beleza!
Da porta pra dentro, tudo continua lindo-maravilhoso, pontificando o visual anglo-americano, de seus últimos proprietários: na parede ao fundo do salão reina, forever, Nancy Astor, num lindo óleo pintado pelo divino John Singer Sargent.
Vejam Nancy Astor pontificando nas paredes de Cliveden, até hoje, lindamente retratada pelo mestre Sargent!
Detalhe da escada capotante que leva ao segundo andar de Civeden!
Com a lareira acesa, bouquets maravilhosos e uma atmosfera de filme de época, não me senti cliente um minuto, mas uma ilustre convidada. Nesta onda cheguei à biblioteca, pra encontrar alguns minutos de descanso e um drink geladérrimo.
O bar montado na biblioteca: chic!
Depois que a gastronomia virou a oitava arte e nos leva aos confins da terra, atrás de suas estrelas, segui para o almoço, que nos esperava e onde tudo estava di-vi-no! Mas muito aqui entre nós, devo confesso: ele estava predestinado ao segundo plano… Impossível competir com os “Remains of the day”.
Vejam que linda a “sala de jantar”. Temos que pelejar pra lembrar que estamos num restaurante…
Outro recanto…
Esta é a vista da sala de jantar: para os lindos jardins de Cliveden!
Close up no meu suflê Grand Marnier: sobremesa que como rezando!
Fica o conselho: passe um dia de pura magia, com esta dupla dinâmica: “Boating at Cliveden” e “Cliveden House”. São, simplesmente, imperdíveis! BN
Termino com a elegância do senhor Manuel da Silva, nos salões de Cliveden House. Nosso querido motorista, que nos guiou por toda Londres e fora dela, sem titubear: ele fez toda a diferença!
O Suzy Ann é um dos três barcos da flotilha da Cliveden House: vejam que lindo!
Devo este post à minha querida amiga, Solange Medina, senhora das grandes dicas!
O maravilhoso Castelo de Windsor, que no dia hospedava sua senhora e Rainha Elizabeth II: Vejam a bandeira no mastro, indicando a presença real!
Trata-se de um passeio de barco e de sonho, pelo Tâmisa, saindo da cidade de Windsor e aportando numa casa única, para almoçar como os reis, duques, condes e grandes homens que a freqüentaram.
A saída de Windsor: só no Lago dos Cisnes vi tantos exemplares…
Falo de Cliveden House, cuja construção inicial é do ano 1666, feita pelo Duque de Buckingham. Depois de cumprir uma bela história hospedando a mais ilustre nobreza inglesa, passou para as mãos da família americana Astor, quando tornou-se pouso de plebeus do quilate de Charles Chaplin ou do Presidente Roosevelt. Hoje é um hotel elegantíssimo, Relais & Chateaux, onde a fidalguia e o requinte imperam: vou mostrá-la em outro post!
Devidamente instalada, curtindo muito este passeio único!
E pra chegar até ela, em grande estilo, devemos navegar rio abaixo, de Windsor até Taplow, num barco igualmente chic, que serpenteia por aproximadamente duas horas, pelas margens do Nilo inglês, nos deliciando com uma paisagem mágica, compostas por deslumbrantes casas ribeirinhas.
Selecionei algumas casas pra gente ir descendo o rio, curtindo o visual…
O estilo normando é muito comum por lá…
Todo mundo sai de casa navegando…
Esta casa é deliciosa…
E esta é suntuosa…
Não vi um muro por lá… No máximo, cerca. Perfeito pra curtimos o cenário que a sucessão de casas oferece. Noves fora esta árvore!
De vez em quando, cruzamos com outros navegadores: o rio é alegríssimo!
A chegada à Cliveden House é majestosa, pois aportamos em um charmosérrimo “Spring Cottage”, que serve de ancoradouro e o resto… eu conto mais adiante.
O “Spring Cottage” da Cliveden House: podre de chic e de charmoso!
Peguemos a estrada que nos leva à Cliveden House: até lá!
DETALHES:
– Contrate um carro para te levar de Londres à Windsor e, umas cinco horas depois, te pegar em Cliveden. O ideal é deixar a capital inglesa às 10 horas. E, se você puder fazer uma extravagância, durma uma noite por lá, deve ser inesquecível.
– Contrate o “Boating at Cliveden”, como eles chamam este delicioso navegar, diretamente com o hotel. Porque há também outros barcos que fazem o mesmo percurso, mas não se comparam.
– Na onda do “jaqui”, aproveite para visitar o emblemático Castelo de Windsor,a mais antiga residência real britânica, continuamente habitada: no dia que estivemos lá, Sua Majestade a Rainha também estava. Para tanto, saia de Londres mais cedo, pois ele abre para os turistas de 9:45 até 17:15… Tem coisa mais inglesa do que este horário?! BN