Presente pros olhos pra alegrar nossa segunda-feira: uma deslumbrante mesa de café da manhã do domingo de Páscoa. Fica a inspiração pro próximo ano…
Como hoje é segunda, aquele dia “sem alça”, que só de olhar desanima, pois temos a eterna falsa certeza de que não daremos conta de vivê-lo todinho, resolvi guardar um lindo presente pra alegrar os olhos e a alma de vocês: com ela livre, leve e solta, o tempo voa e tudo dá certo.
De outro ângulo!
Trata-se de um mágico café da manhã que tive o privilégio e a alegria de participar, no domingo de Páscoa, na casa de um casal de amigos podres de chic onde estava hospedada. D.O.C (de origem caseira, como amo) como não poderia deixar de ser, além da beleza e capricho de tudo, o que mais me encantou foi a maneira única de demonstrar afeto e nos fazer acreditar no quanto éramos importantes: eis a maior qualidade do grande anfitrião. Curtam as fotos! BN
Agora vamos ao que interessa: falar sobre a organização da sala. Amparando a mesa principal, dois apoios a completam: um com bebidas tipo chá, café, sucos etc. A segunda, com pães, frutas, iogurtes, torradeira. Tudo lindo e prático: self service de Buckingham Palace!
Em cada um dos lugares tinha um presentinho do coelhinho…
Mais de perto: vejam que “Eastern Parede” mais deslumbrante!
Esta é a cesta dos “acessórios” para pães e cia: manteiga, geléias, mel, requejão…Bem no meio da mesa, servindo a todos, dois tipos de queijo…
O aparador das “bebidas”: sucos, chás, cafés, etc…
O aparador dos pães, frutas, iogurtes e as máquinas necessárias…
Take a look!
Esta, a maior perdição deste templo da boa mesa: “Madeleine” de laranja D.O.C!!!!! Vou pedir a receita…
E o divino pão, também D.O.C., recém saído do forno: quentinho e com manteiga, comi quase meio. Dos deuses!!!
Despeço com mais um ângulo desta fofura de mesa!!!!
Uma vista destas mais este céu de brigadeiro distrai qualquer um…
Estava eu desembarcando, no aeroporto Santos Dumont, distraída com a beleza da vista da Baia de Guanabara, que o dia lindo acentuava, quando zoooooommmm…. Passa por mim uma flecha ambulante.
Zooommmmm, passou esta cena por mim. Saí correndo pra registrar pra vocês.
Me perguntei, no ato: É um pássaro? não; É um avião? não; Então é o super-homem?! Também NÃO… Imediatamente eu e minha curiosidade saímos, desabaladas, atrás daquele ser mágico e só tivemos sucesso, em nossa missão, porque fomos salvas pela previdência divina e a escada rolante: era a genial mala patinete (como o nome bem diz, uma mala acoplada a um patinete) e seu piloto, encantando a todos que cruzaram com eles!
Close no patins…
Ideal para estes aeroportos contemporâneos, cujos corredores mais parecem “high ways”, com suas conexões que nos fazem andar quilômetros. Vou providenciar uma já, já: prática e uma curtição! BN
A diva linda e competente, Charlotte Olympia, com um exemplar exclusivérrimo da “Capsule Collection”!
Passo hoje o teclado para Isabel, filha, que vai nos contar sobre um assunto que nós amamos: arte e moda. Principalmente, quando acontece uma “pororoca fashion”, isto é, o encontro apoteótico das duas.
A inspiração veio por conta da SP Arte 2013, que tomou de assalto as conversas por toda a semana que passou. Sigam com Isabel TM! BN
ISABEL TM:
Quando fiz 5 anos de idade, minha adorada tia Ruthinha Magalhães me perguntou o que eu gostaria de ganhar de aniversário… Com certeza, esperava algo do tipo: uma boneca, uma fantasia, um livro, um filme, um bichinho de pelúcia…
Mal sabia ela, que eu a colocaria numa “missão impossivel “… Sem fazer a menor cerimônia, disse que queria um sapato de salto, mas que tinha que ser de “gente grande”, portanto beeeeeemmm alto…
Não me perguntem como, mas ela conseguiu! Altíssimo, chiquérrimo, tooodo forrado de tecido azul-marinho, o mais incrível: era o meu número!
Esse foi o meu primeiro Valissére, quero dizer, minha estréia no salto alto: eu nunca me esquecerei dele! Thanks tia querida 🙂
Desde então, a minha paixão por sapato so foi crescendo… Considero muitos designers de hoje, verdadeiros artistas e amo ficar explorando suas incríveis criações ou melhor, verdadeiras “esculturas”… São muitos os nomes de talentos que marcarão, para sempre, a história da moda…
Porém, entre tantos gênios, existe uma que me conquistou como ninguém…
Trata-se da incrível Charlotte Olympia! Muitos conhecem o seu trabalho, que se destaca por ser sempre criativo e inovador e temas abordados hiper bem representados em seus lindos e detalhados sapatos ou bolsas!
Um por um, eles foram pintados: luxo dos luxos!
E justo eu, que acompanho suas novidades, levei um susto quando vi que deixei passar a sua “Capsule Collection”, exclusiva para a última “Art Basel de Miami”…
Charlotte desenvolveu seis modelos de sapatos, inspirados em grandes nomes da Arte do século 20: Picasso, Mondrian, Van Gogh, Hodgkin, Pollock e Litchenstein. Usando como base o seu tradicional Dolly, foram todos pintados à mão e vendidos, com exclusividade, na Newman Marcus de Miami.
Para os que, como eu, estão em ” delay “, vale a pena conferir”. Beijos da Isabel TM
Inspiração Picasso!
Inspirado em Pollock!
Inspirado em “Starry Night”, de Van Gogh!
Inspirado em Hodgkin!
Inspirado em Mondrian!
Inspirado em Litchenstein!
PS: Estou até agora imaginando qual deles eu escolheria… Nem com uni, duni, tê!!! BN
A linda Renata Cardim, que me sugeriu fazer este post!
Este post eu dedico à minha querida amiga Renata Cardim, paisagista maravilhosa que, com seu olho clínico, enxergou o que pra mim só era praticidade. Vou explicar pra vocês…
Este par de “Black amour” que adoro já moro em muitas casas, sempre fazendo o filme das mesmas.
Dos enfeites de minha casa, tenho verdadeiro xodó por um par de “Black Amour” austríacos, feitos em terra-cota e que me acompanham há meia vida, sempre reforçando o tom de brasilidade que amo ter em minha volta.
A versão descartável…
De perto…
Não sou muito de, digamos, “naturezas mortas”; pra mim, só as pintadas nas telas. Portanto, frutas de cêras, flores idênticas às verdadeiras e derivados, não fazem nada a minha cabeça. Então, como preencher os cestos que estas duas esculturas carregam? Sem nenhuma luz no fim deste meu túnel, passei anos trocando os “affaire” dos balaios, variando entre frutas e legumes, uma mão de obra sem fim. Até o dia em que lembrei de uns arranjos de coco seco, que passavam o ano enfeitando a casa de minha tia: eram “live”, duráveis e lindos. Bingo, resolvido o problema que, segundo a Renata, é de muita gente também. Se for, eis um final BBB para este post: bom, bonito e barato! BN
Eis a versão com os cocos secos, que duram uma eternidade…