Num jantar, arrumei docinhos para a sobremesa em prateleiras da “cozinha” onde comíamos… Só doces de ovos e coco!
Pra quem gosta de doce de ovos como eu, os pastéis de Santa Clara e as “barrigas de freira” são um must!
Close nos divinos pastéis de Santa Clara!
Eis as “barrigas de freira” DDD: Delicadas, Douradas e, o principal, Deliciosas!
Jóias raras, a “pâtissier” Christianne Guinle os faz tão divinamente que me senti, por instantes, na “terra mãe” de todos, nossa e dos doces: Salve Portugal, pois pois… BN
Este post maravilhoso nasceu de minha tentativa de assassinato à palavra FONDUE quando privei-a de seu eterno e imprescindível E…
Atenta e generosa, nossa amiga leitora e advogada competentíssima, Karin Sodré, escreveu-me encantadora mostrando o deslize e, conversa vai email vem, nos deu a imensa alegria de contar sua recente viagem à Zurique. Sigamos com ela! BN
As irmãs Julie e Karin Sodré, ilustradora e advogada, respectivamente: Competência e simpatia! Noves fora a tendência para emagrecer, como diria AC… Vejam o “lanchinho” das fofas!
ZURIQUE, POR KARIN SODRÉ:
“Inspirada num post sobre Fondue, do 40 Forever, e desafiada a passar algumas dicas sobre Zurique aqui estou eu. Quanta honra!!
Eis a bombada Bahnhofstrasse toda engalanada para o natal: Luxo só! BN
Passei uma semana nesta cidade suíça encantadora. Foram 6 dias intensos de muito trabalho mas entre uma reunião e outra, também deu para aproveitar a Bahnhofstrasse (principal rua de Zurique onde o comércio bomba! As melhores marcas estão nesta rua, assim como os principais centros de compras Globus, Jelmoli e Manor – uma perdição!!!) e conhecer alguns dos melhores restaurantes da cidade.
O tempo esteve maravilhoso com pouquíssimos momentos de chuva e temperaturas em torno dos 14ºC. Se não fosse a agenda intensa certamente eu teria passado dias inteiros passeando pelos lindos parques, visitado os incríveis museus e o Zoo ou simplesmente andado de bicicleta ao redor do Zürcher See. Fica para uma próxima!
O maravilhoso restaurante Kronenhalle: Preciosidades nas paredes, como karin nos contou. BN
De qualquer forma, graças ao trabalho, tive a oportunidade de conhecer restaurantes fantásticos que valem o registro para que visitem quando estiverem na cidade:
– O primeiro deles é o Kronenhalle (Rämistrasse 4). Trata-se de um restaurante tradicional suíço frequentado por banqueiros, artistas e empresários; segundo me explicaram: “pessoas que querem ver e serem vistas”… À parte desta observação pouco democrática o local parece mais uma grande galeria de arte com obras de Chagal e Picasso espalhadas pelas paredes! Uma viagem no tempo… A comida também é um capítulo à parte – simplesmente maravilhosa!! Comecei com uma sopinha de aspargos (aliás, a temporada de aspargos havia acabado de começar) e terminei com o famoso zürcher geschnetzeltes mit Rösti (espécie de picadinho com batata rosti).
– Uma segunda dica é jantar no restaurante Pavillon no Hotel Baur au Lac (Talstrasse 1). O lugar é lindo, perto do lago de Zurique e com uma proposta mais leve. O serviço é impecável e a atmosfera divina – em homenagem, Bossa Nova como trilha sonora de nosso jantar!
– A terceira dica fica por conta de um tradicional restaurante italiano que também merece uma visita – Bindella (In Gassen 6); fica perto da Bahnhofstrasse e da Sprüngli (uma confeitaria dos Deuses que fica na Paradeplatz! Lá são vendidos os famosos Luxembürgeli (pequenos macarons) e chocolates de todas as formas. Só pelo cheirinho já vale a visita! No segundo andar há o restaurante, ou melhor, uma casa de chá/café com pequenas tortas divinas e que devem engordar só de olhar). Tirando a Sprüngli, recomenda-se fazer a reserva tanto para almoço quanto para o jantar.
O “Tram” de Zurique lembra os trens elétricos cariocas dos 60ties… Saudades deles! BN
Em termos de locomoção, todos (independente da classe social) utilizam o Tram (trem urbano) que passa com hora marcada. A compra dos bilhetes é feita através de máquinas nos próprios pontos. Apesar da rara fiscalização todos compram os seus tíquetes: Uma super lição de civilidade… Portanto, durante o dia, esqueçam o taxi (que, aliás, é caríssimo).
Eis o famoso pesto que a Karin nos descreve a seguir: To sentindo o gostinho daqui! BN
Uma última dica é conhecer uma região que fica a quatro estações do Technopark (use a linha 4 do Tram). Fugindo um pouco do centro de Zurique tive a surpresa de conhecer este local construído em baixo de uns arcos abandonados. É uma área mais alternativa com diversas lojinhas de arte, design, moda, restaurantes (escolhemos um italiano com um pesto incrível) e bicicletas (as mais transadas e caras que já vi na vida…). Um ótimo programa para se fazer após o check-out…”. Karin Sodré
Começo com o mais precioso e lindos dos bouquet: O da noiva, “bine sûre”!
Como contei pra vocês, a querida Joana Dale casou lindamente e era tudo tão florido ao seu redor que escolho alguns bouquets que me encantaram, pra inspirar a nossa noite… Porque hoje é sexta, oba! BN
A capela das Servas de Maria foi toda florida em variações deste tema: Delicadeza em forma de arranjo!
As cores das deslumbrantes flores da festa!
Os docinhos eram enformados para parecerem flores, formando um bouquet delicioso!
Um recanto com doces.
Esta lindeza estava na parte de baixo do aparador do bolo: Detalhe do detalhe…
Muito fofo!
Cada centro de mesa era de um jeito, mas todos coordenados!
Outro look!
Na varanda: Flores combinando com o caminho de mesa
As flores do bolo: Deslumbre total!
Fecho com o que encantou a todos: Visão parcial da sala com docinhos onde as flores eram as “Star”!
Amo o viciante chocolate Bis, pois naquele pedacinho de mau caminho encontramos qualidades que fazem a diferença para uma chocólatra tarimbada como eu: sabor, textura, tamanho, “crocância” e por aí vai…
Ando traindo Bis, minha velha paixão!
Achava-o imbatível até conhecer, na loja NK (que vende roupas lindas para as clientes, enquanto adoça as suas bocas), seu primo legítimo, como diria minha querida amiga Mônica Faria…
Embrulho discreto e impassível ao toque, achei que podia desafiar a gula e abri…
Depois de saciada a curiosidade do que seria aquele discreto embrulhinho preto, pensei e relutei à tentação da primeira mordida… Desafiei o deus da gula, animada pela aparência pouco convidativa e nhaccc… Era a melhor mordida que dava em anos e, como num passe de mágica, virou amor cego e infinito, posto que esta maravilha não é chama e vai durar.
Maior que o Biss, não consegui parar na primeira mordida: viciante!
Gente, faltam-me adjetivos, substantivos, advérbios, locuções pra descrevê-lo… Mas não falta o endereço do site e o telefone da maravilhosa AMAI, que produz esta ambrosia contemporânea e muito mais. Eu super recomendo! BN