Maria Pia Marcondes Ferraz

O QUE É O BUDISMO TIBETANO?

 

Dalai Lama Tenzin Gyatso
Dalai Lama Tenzin Gyatso

Sempre tive muita curiosidade para saber um pouco mais sobre o Budismo e minha querida amiga Claudia Estrela Porto que é budista, e que entende muito do assunto,  me ajudou a fazer esta entrevista com Lama Trinlé, do Centro Budista Tibetano Kagyü Pende Gyamtso, (Na Tradição Oral, um Oceano de Benefícios), de Brasília.

Budismo Tibetano

No Brasil, estão representadas diferentes tradições do Budismo. Mesmo se
hoje em dia elas ainda são pouco numerosas, as estruturas que se desenvolvem
oferecem aos que o desejam a possibilidade de descobrir as riquezas desta
tradição viva, que pode nos mostrar os caminhos para nos ajudar a superar as
dificuldades do mundo moderno.

MP/CEP: Como nasceu o Budismo?

LT: Esta antiga tradição espiritual nasceu na Índia, cerca de 500 anos antes
da era cristã, a partir dos ensinamentos expostos por Siddharta Gautama, o
Buddha Shakyamuni (o sábio do clã dos Shakyas), durante 45 anos de sua vida.
Nascido em 560 AC, Siddharta viveu a vida luxuosa de um príncipe, nos
contrafortes do Himalaya, em Kapilavasthu, ao sul do atual Nepal, nas
planícies do Terai. Confrontado aos sofrimentos da vida humana – nascimento,
doença, velhice e morte – seguiu o exemplo de inúmeros mestres de seu tempo,
engajando-se numa busca espiritual para encontrar resposta às questões
fundamentais da existência humana. Aplicou-se nas disciplinas usuais da
época – ascese, ioga e contemplações. Tendo terminado a sua busca, atingiu o
Despertar em Bodhgaya ( foto abaixo) , na bacia do Ganges.

Expôs, pela primeira vez, o seu ensinamento, o Dharma, em Sarnath, perto de Benares, sob o tema das “Quatro Nobres Verdades”. Viajando pelo país, passou o resto da vida ensinando, para ajudar os que desejavam alcançar a mesma realização. Seus discípulos
passaram a constituir uma comunidade, a Sangha, composta de monges e leigos.
Após a sua morte, os discípulos asseguraram a continuidade da transmissão do
Buddhadharma (ensinamentos do Buddha), de um modo ininterrupto até os nossos
dias.

 

Bodhgaya, o lugar onde o Buddha atingiu o despertar (1)
Bodhgaya, o lugar onde o Buddha atingiu o despertar .

 

MP/CEP: Como se difundiu o Budismo?

LT: Nascido na bacia do Ganges, o Budismo se difundiu inicialmente pela
Índia e Sudeste Asiático. No século I, seguindo a rota da seda, alcançou a
China, e daí passou ao Japão, a partir do século VI. O Tibete recebeu a
herança do Budismo indiano entre os séculos VIII e XII. No século XII, o
Budismo desapareceu da Índia. Entretanto, permanece hoje em dia florescente
no Sri Lanka, na Tailândia, em Myanmar, Laos, Cambodja e Vietnã, cujas
populações são majoritariamente budistas. Já no século XIX, mas notadamente
a partir do século XX, o Budismo chegou ao Ocidente.
Tanto no Oriente quanto no Ocidente, embora tenha permanecido como o
ensinamento do próprio Buddha, o Budismo desenvolveu características
próprias em cada país, recebendo as influências da cultura local, com os
textos traduzidos na língua do país, e com as artes e vestimentas religiosas
adaptadas a cada contexto.
Hoje em dia, as correntes do Budismo se encontram praticamente em todos os
países do mundo, que são abertos e tolerantes.
Em particular, o Budismo Tibetano (também conhecido como Budismo Tântrico,
Vajrayana ou Veículo do Diamante) só se tornou verdadeiramente acessível ao
mundo ocidental há cerca de quarenta anos, a partir do êxodo de uma parte do
povo tibetano, que se dirigiu principalmente para o norte da Índia, após a
invasão chinesa. A redescoberta desta antiga civilização tibetana e de sua
tradição espiritual viva suscitou um grande interesse e a criação, em vários
países, de centros de estudo e meditação, primeiro na Europa, nos Estados
Unidos e no Canadá.

MP/CEP: O Budismo é uma religião ou uma filosofia?

LT: O Budismo é um método experimental de conhecimento e de transformação de
si. Os ensinamentos do Buddha não são ensinamentos meramente atraentes ou
agradáveis de ouvir, mas são capazes de resistir a uma análise racional.
Talvez seja essa a característica distintiva do Budismo em relação às demais
religiões. Todas as religiões apresentam um caminho para algum tipo durável
de felicidade, qualquer que seja o nome dado a essa felicidade, mas o
caminho ensinado pelo Buddha não depende, para sua autenticidade, apenas de
uma revelação ou de uma autoridade espiritual, nem é o resultado de um
estado de felicidade conferido por alguma divindade. A liberação (do
sofrimento), no Budismo, deriva, ao contrário, da remoção da ignorância, da
não compreensão do modo de funcionamento dos fenômenos. Além do aspecto
psicológico, de transformação do ser, o Budismo pode também ser considerado
sob um aspecto místico, visto que seu objetivo é igualmente o de uma
realização transcendente. Assim, embora o Budismo não seja uma religião, se
por religião compreendemos a aceitação, sob a base de uma crença, de um Deus
único que teria criado o mundo e que o dirige, há nele, sem dúvida,
numerosos aspectos religiosos impregnados de sentimentos de fé, de devoção,
que se exprimem nos rituais e nas diferentes criações artísticas, como
pinturas, esculturas, músicas e danças.

 

Estátua do Buddha Shakyamuni, o Buddha histórico (5)
Estátua do Buddha Shakyamuni, o Buddha históricoMP/CEP: O que é o mestre espiritual no Budismo?

MP/ CEP: O que é o mestre espiritual no budismo? 

LT: No Budismo, a noção de mestre espiritual e a maneira de a ele se
relacionar varia segundo as escolas. No Budismo Tibetano, por exemplo, o
mestre ocupa uma posição central. Na cultura tibetana, há dois tipos de
religiosos, os monges que receberam ordenação segundo o Vinaya (Compêndio da
Disciplina Monástica) e os iogues. O lama pode pertencer a qualquer das duas
categorias. Entretanto, ele só será considerado um “mestre vajra”, ou seja,
um mestre plenamente qualificado, um lama, quando preenche os seguintes
requisitos: ter grande compaixão, ter conhecimento teórico e prático do
tantra, ter feito um ou mais retiros de meditação com sinais de realização
espiritual, preservar a pureza da conduta ética e dos compromissos assumidos
em relação aos mestres e à escola a que pertence.
Recentemente, certos ocidentais, tendo seguido a mesma formação que os
mestres tibetanos, são igualmente chamados de “lamas”.

MP/CEP: Qual o papel do Dalai Lama no Budismo?

LT: Dalai Lama, Mestre Oceano (de Sabedoria) é o título dado às catorze
reencarnações, das quais algumas assumiram a tarefa de governar o Tibete
entre os séculos XVII e XX. Esse título foi dado a primeira vez por Altan
Khan, regente mongol, a Sonam Gyatso, o abade do mosteiro de Drepung
(1543-1588), que conseguiu converter os mongóis ao Budismo. As duas
encarnações precedentes de Sonam Gyatso, Guendun Drup (1391-1474) e Guendun
Gyatso (1475-1542), receberam o título de Dalai Lama e Sonam Gyatso, assim,
passou a ser o III Dalai Lama. Os Dalai Lama são considerados uma emanação
de Tchenrezi (Avalokiteshvara, em sânscrito), o Bodhisattva da Compaixão e
protetor do Tibete. O atual Dalai Lama, o XIV, Tenzin Gyatso, é
particularmente conhecido por seu papel eminente de chefe do povo tibetano e
por sua reconhecida atitude de bondade e não-violência, da qual ele é um
defensor incansável, apesar da tragédia vivida pelo seu povo, o que lhe
valeu o Prêmio Nobel da Paz em 1989.

MP/CEP: Há Deus no Budismo?

LT: O Budismo reconhece a existência de diversas categorias de seres,
humanos e não-humanos. Entretanto, considera que as condições de existência
dos diferentes seres, dentre os quais os deuses dos diversos mundos divinos,
não podem ser atribuídas de maneira arbitrária à vontade onipresente e
onipotente de uma divindade suprema, um Deus único, mas sim que resultam dos
diversos atos realizados por esses seres.
A ética do Budismo se funde sobre esta constatação, recomendando a
realização de atos positivos (proteger a vida, praticar a generosidade, ter
relações harmoniosas com o próximo, manter uma linguagem verdadeira e com
significado, desenvolver o contentamento, a benevolência e a compreensão),
que conduzirão a existências felizes, até mesmo em mundos divinos, ao
contrário de seu oposto.

MP/CEP: Há ioga no Budismo Tibetano?

LT: A disciplina espiritual propriamente dita utiliza os meios da meditação
e do ioga para alcançar uma realização atemporal, livre de qualquer
condicionamento, clareza inteligente e felicidade última. Isto corresponde
igualmente à natureza essencial de nossa mente quando esta é reconhecida na
contemplação. Esta realização não é, portanto, centrada em si, de maneira
egoísta, mas aberta aos outros, como expressão de amor e de compaixão. Cabe
dizer que, embora de origem indiana, as práticas iôguicas budistas diferem
daquelas usualmente conhecidas no Ocidente.

Buddha Shakyamuni - o Buddha histórico (7)
Buddha Shakyamuni – o Buddha histórico 

 

MP/CEP: Algumas divindades são representadas de forma sensual. Por quê?

LT: A tradição tibetana é particularmente rica e preserva todos os
diferentes aspectos do Budismo indiano em sua plena maturidade, como as
filosofias e as técnicas de ioga, e as provenientes dos tantras, com os seus
rituais elaborados, utilizando divindades com múltiplos aspectos, às vezes
terríveis, às vezes sensuais, ilustrando a integração e a sacralização de
todos os aspectos da vida. Em geral, as representações dos aspectos
masculinos e femininos dizem respeito à união da compaixão e da sabedoria,
os dois pontos essenciais de toda prática budista.

Acho que esta entrevista esclarece muitas duvidas que temos em relação ao budismo. Agradeço minha amiga por esta incrível ajuda !

OBS: As siglas MP e LT significam, respectivamente, Maria
Pia e Lama Trinlé e CEP Claudia Estrela Porto.

Texto feito em colaboração com Claudia Estrela Porto.

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ELSA SCHIAPARELLI UMA GRANDE ESTILISTA SURREALISTA

 

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Vestido de Elsa Schiaparelli bordado por Lesage e inspirado num desenho de Cocteau.

 

Para se entender de moda é necessário conhecer alguns nomes importantes do século passado, como a chiquérrima estilista italiana Elsa Schiaparelli, avó da famosa atriz Mariza Berenson .

 

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A neta de Schiaparelli Mariza Berenson

 

Sua primeira coleção foi em 1929 e logo foi considerada criadora do momento e se tornou imediatamente a grande rival de Mademoiselle Chanel e de Mademoiselle Vionne, o trio da costura parisiense da época. Elas frequentavam o mesmo mundo e testemunhavam das mesmas aspirações.

Seu ateliê em Paris ficava numa esquina da Placê Vendôme e era uma verdadeira festa, o grupinho de “Schiap” era o mais divertido de Paris. Pessoas como Marcel Duchamps, Man Ray, Jean Cocteau, Salvador Dali e mais tarde Lauren Bacall, Humphrey Bogart e Gary Cooper faziam parte de sua corte.

Sua clientela era nada mais nada menos que Marlene Dietrich, Katherine Hepburn, Greta Garbo, Gloria Guiness, a Duquesa de Windsor, e várias outras.

O vestido de lagosta feito para Duquesa de Windsor revolucionou a moda. Ela ousou e começou a criar roupas como se fossem obras de arte. Foi a primeira a trabalhar com a colaboração de artistas plásticos e se tornou a estilista surrealista. O vestido que ela fez para Duquesa de Windsor, com uma lagosta aplicada, foi inspirada na escultura de seu grande amigo Salvador Dali., que era uma lagosta sobre um telefone.

 

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Telefone com lagosta de Salvador Dali

 

 

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Pode ser mais surrealista! Inspirado em Salvador Dali.

 

Elsa Schiaparelli marcou a moda com sua originalidade e seu maior legado foi ter criado roupas como se fossem obra de arte, e tudo isso sempre ousando sem barreiras !

 

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A ARTE DE USAR O CHAPÉU

 

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A linda Romy Schneider super elegante de chapéu.

 

A ORIGEM DO CHAPÉU

A palavra vem do latim capa, capucho, ou seja a peça do vestuário feminino e masculino usada para cobrir a cabeça, podendo ser de milhões de materiais diferentes.

No decorrer da história, o chapéu teve variantes, como turbantes e as tiaras, sempre com conotação social. Para marcar esta distinção na antiga Roma, os escravos eram proibidos de usar chapéus.

 

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A linda tiara de Kate Middlenton

 

 

Pode ter conotação politica como o bonet rouge do partido republicano francês ou conotação religiosa, como os chapéus dos papas, cardeais e bispos.

Através do chapéu expõe-se a caracteristica de um povo, como os cocares dos índígenas ,  os turbantes usados pelos Sikkis indianos, ou chapéus pontiagudos de palha trançado com motivos geométricos que os chineses usam para a colheita de arroz. E os diferentes tipos de chapéus eclesiásticos que definem o status social dentro da hierarquia religiosa.

 

 

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O turbante de um indiano Sikkis.

 

A rainha da Inglaterra por exemplo está sempre com seus modelitos coloridos. Não acho nada elegantes e muito carnavalescos!

 

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A Rainha Elisabeth e seus chapéus coloridos!

 

 

Na Idade Média, as mulheres eram obrigadas a cobrir o cabelo com um tecido branco por motivos religiosos. Esse costume evoluiu para as mantilhas espanholas e os véus das noivas. Nos países muçulmanos, nos vemos ainda a obrigatoriedade do uso do chaddor ou burka pelas mulheres, preservando as das tentações mundanas.

 

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Uma mulher de burka

 

As primeiras chapeleiras surgiram apenas no final do século XVIII quando pessoas de qualquer classe social começaram a usar chapéu. Nos anos 30 o chapéu começou a fazer parte do vestuário feminino. No inverno os chapéus de veludo, pele ou feutro servem para esquentar, e no verão os de palha ou tecido para proteger do sol.

 

QUANDO USAR UM CHAPÉU

Saber usar um chapéu não é missão tão fácil. No Brasil, apesar do sol quente em que vivemos, não temos muito este hábito. Eu acho muito elegante usa- lo para um casamento no verão, que começa durante o dia, ou num almoço no campo. Tudo na vida é uma questão de bom senso, e como chapéu a noite não tem nenhuma utilidade, a regra é retira-lo e JAMAIS usa-lo a noite!

Sempre uso chapéu para ir a praia, pois acho lindo um belo chapéu de abas grandes para me protejer do sol. Para as crianças é sempre essencial o uso dos chapéus!

 

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Que tal este chapéu da Sofia ?

 

O boné é considerado o chapéu mais usado no mundo, por toda a juventude e pelos esportistas, Tiger Wood, o campeão de golf, não tira de jeito nenhum. O capacete também é considerado o chapéu protetor para os esportes, tem que ser usado para moto, esqui e bicicleta.

Tenho que confessar que ADORO um chapéu bonito para uma ocasião especial, é sempre irresistível e muito elegante!

 

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AS SUPER ORIGINAIS BANCADAS DE BANHEIRO

É sempre incrível poder reformar seu banheiro, para mim banheiro é fundamental numa casa, e como tenho mania de decoração, presto muita atenção nos detalhes. Mostro neste post, algumas sugestões de pias de banheiro que amei, e todas boladas pelo meu querido amigo e grande decorador, que morro de saudades, Alberto Pinto.

Cada uma destas bancadas de banheiro são mais lindas umas que as outras, mais originais e sempre combinando com o estilo de cada casa. Foram todas especialmente desenhada para cada cliente. É tudo tão bonito e requintado que é muito difícil escolher …

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Estas três primeiras são mais para uma casa de praia…

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Amo uma trelissa de madeira branca!
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Pia branca, bancada de madeira e com o espelho de conchas
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Esta de palha está irresistível!
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Comoda de estilo indo- asia transformada em bancada!
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Muito chique este banheiro cuja a bancada é uma cómoda antiga.
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Gosto da simplicidade desta pia com um espelho veneziano.
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bancada de madeira com mármore recortado.
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Banacada de estilo art deco!
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Armário de madeira transformado em bancada, com mármore escuro sobreposto.
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Bancada clássica e chique.
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Banacada de madeira pintada de branco com lindo espelho veneziano pendurado.
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bancada estilo império.
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Bancada de madeira com mármore marrom sobreposto.
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Bancada com armários em decapé branco.

Não são deslumbrantes?

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