Este é a Punta della Dogana restaurada porFrançois Pinault que é o maior colecionadorde artes contemporânea do mundo.
Em 2006 assinou um contrato de 33 anos com a cidade para poder expor obras neste Palácio. O lugar é mágico, a vista para o Grand Canale é um sonho, e a fundação Pinault sempre apresenta as mais incríveis exposições de Arte Contemporânea que existem! Esta semana que passou foi a Bienal de Veneza, e Pinault deu um jantar daqueles únicos para todos os artistas, colecionadores e amigos. Nosso fotógrafo especial estava lá e me mandou fotos em primeiríssima mão!
MP
Os Gipsy cantando na entrada! Delicia total!
Visual da festa!
Veneza é demais!
O artista Bernard Venet
Roxie Nafousi, Damien Hirst, Miuccia Prada
O artista Daniel Buren e Anne Baldassari
Salma Hayek, o grande artista Damien Hirst e Roxie Nafousi
John Piggozi, colecionador com Larry Gagosian um dos maiores galeristas do mundo!
A Imperatriz Farah Diba e Jean Jacques Aillagon que foi Ministro da Cultura da França
Principe e Princesa Pierre D’ Aremberg
Roxie Nafousi e Damien Hirst
Ulla Paker e Ciryll Karaouglan
O grande artista plástico Anish Kappour e sua mulher
A Princesa Alessandra Borghese, Pierre Pelery e a Princesa Gloria von turn and Taxis
Sr e Sra Lakhmi Mittal. Ele é o homem do aço, indiano e dos homens mais ricos do mundo!
Margarita Missoni e Ginevra Elkan , neta do grande advogado dono da fiat Gianni Agnelli.
A maravilhosa artista plástica Joana Vasconcelos que fizemos um post sobre sua expo em Versailles.
Um dos casais chics da Europa O Principe e a Princesa Michael de Kent
A linda Salma Hayek
François Henri Pinot, filho de François Pinault, com sua mulher Salma Hayek
O grande escritor Bernard Henri Levy com o Sra e Sr François Pinault
É sempre uma honra para nós do 40 Forever receber a visita ilustre do Professor Deonísioda Silva que nos enriquece com seus artigos! Minha santa ignorancia agradece este em especial!
AC
NÃO FOI INRI QUE ESCREVERAM NA CRUZ
“O Império Romano mandava escrever na cruz dos condenados o nome do réu e o motivo da pena de morte. No caso de Jesus, a tradição sempre informou que a explicação estava resumida no acrônimo INRI, como vemos nos crucifixos.
Mas o Evangelho de São João 19,19 informa que a frase foi colocada completa, sem abreviação ou acrônimo algum: “Pilatos mandou escrever e colocar na cruz esta inscrição: Jesus, Nazareno, Rei dos Judeus”. “Estava escrita em hebraico, em latim e em grego”.
Santa Helena, mãe de Constantino
Narrações históricas e lendárias informam que Santa Helena, mãe de Constantino, que no século IV tornou o cristianismo a religião oficial do império romano, liderou a expedição que encontrou a cruz em que Jesus foi crucificado, repartiu-a em três partes, mandando um pedaço para cada uma das três igrejas construídas especialmente para guardar o precioso tesouro: em Jerusalém, em Roma e em Constantinopla.
Golgotha
Erros de tradução contribuíram para que tal relato fosse dado como invenção, mas inventio em Latim significa descoberta. Então, ela não inventou essa história, ela descobriu a cruz, os pregos e a tabuleta nas escavações que mandou fazer no monte que em Hebraico era chamado Gólgotha, em Aramaico Gûlgaltâ, em Grego Kraniou topos, e em Latim Calvarium. Nas quatro línguas, o significado é o mesmo: lugar das caveiras. Era naquela pequena elevação, nos arredores de Jerusalém, que os condenados à morte eram crucificados.
Detalhe da Golgotha
Os romanos designavam titulus a tabuleta, cujo significado em Português é título, inscrição. E o que ali estava escrito era chamado elogium, que no Português elogio conservou apenas um significado positivo. No Latim designa identificação, podendo ser de nobreza ou não. Era semelhante ao Grego epitáhion, epitaphium em Latim e epitáfio em Português.
Em túmulos antigos, o epitáfio trazia versos enaltecendo as virtudes de quem ali estava enterrado, mas às vezes eram versos satíricos que debochavam de alguma característica ou defeito do falecido. Os romanos enterravam ou incineravam os mortos, dando origem à palavra busto, de bustum, queimado, do mesmo étimo de combustão. Isto porque, no lugar em que o morto era queimado, erguia-se um pedestal onde era posta a sua imagem em bronze.
Há outras curiosidades no elogium, a escrita do titulus, a tabuleta posta na cruz do Senhor. Como no Hebraico a frase é escrita da direita para a esquerda, o copista, a mando de Pilatos, escreveu as traduções em Grego e em Latim, também da direita para a esquerda, mas nessas duas línguas, como no Português, é da esquerda para a direita que se escreve. Pilatos exigiu também que a frase latina ficasse perto da cabeça do condenado. Assim, a hebraica ficou no alto, e a grega no meio das duas.
Salmo 23 em aramaico
A Palestina, palco dos trágicos eventos, era então poliglota. No comércio, usava-se o Grego. Nos documentos, predominava o Latim. No templo, o Hebraico. E na vida quotidiana, o Aramaico, língua em que Jesus ensinava aos contemporâneos.
Aonde nos leva essa fascinante história das palavras!”
Deonísio da Silva Escritor e Professor, Doutor em Letras pela USP. Da Universidade Estácio de Sá e da Academia Brasileira de Filologia
Aqui vai a continuação da visita à Brasilia por Claudia Estrela Porto.
No segundo dia comece pelas históricas superquadras SQS 108 e SQS 308, as primeiras construídas, seguindo a filosofia de Lúcio Costa de “Unidade de Vizinhança”, com a Escola-Parque, o Clube de Vizinhança, a Biblioteca e o Posto de Saúde. Caminhe pela SQS 308, apreciando o paisagismo de Burle Mark, além dos prédios residenciais e equipamentos escolares.
Visual aéreo das super quadras da asa sul
308 sul com jardim de Burle Max
Logo na entrada, você verá uma pequena igreja cuja cobertura inclinada nos faz pensar numa proa de navio, a “Igrejinha”, recoberta de mural de azulejo azul e branco figurativo, de Athos Bulcão. Esta foi a primeira igreja construída em Brasília, mesmo antes da inauguração da cidade, em 1958, como pagamento de uma promessa da primeira-dama Sarah Kubitschek.
Igrejinha por Claudia Estrela Porto
Depois desça até a Avenida das Nações, ao longo da qual se localizam as Embaixadas. A Embaixada da Itália e do México são obras primas de arquitetura. Pegue a Ponte das Garças, atravesse o lago, e visite o Setor de Habitações do Lago Sul, região de classe média alta e rica de Brasília.
A incrível embaixada da Italia
Embaixada do México em Brasilia
Retorne pela terceira ponte, a ponte Juscelino Kubitschek, e vá para ocampus daUniversidade de Brasília. Inicie o roteiro pela Praça Maior da Universidade, visitando o prédio da Reitoria e a Biblioteca Central. Ao lado da Reitoria, o Memorial Darcy Ribeiro, mais conhecido como “Beijódromo”, do arquiteto Lelé, acolhe o acervo de Darcy, idealizador da universidade. Depois caminhe pelos jardins, delimitado pelo imenso prédio do Instituto Central de Ciências, sem dúvida a construção mais expressiva de Niemeyer para a UnB.
Ponte Jucelino Kubitscheck
Campus da UNB por Claudia Estrela
Reitoria da UNB por Claudia Estrela
Termine o dia visitando o Centro Cultural do Banco do Brasil, projeto de Niemeyer, onde sempre há exposições interessantes.
Centro Cultural Banco do Brasil por Claudia Estrela
Espero que este roteiro montado por Claudia ajude vocês a passar dias agradáveis na nossa capital, conhecendo pontos turísticos maravilhosos e se divertindo!
Em 1962 Bert Stern começou sua carreira e foi um fotógrafo reconhecido pela qualidade de seus retratos. Ele foi também um caçador de ícones e de estrelas. Voltando de Roma para New York, depois de ter fotografado Elizabeth Taylor durante a filmagem de Cleopatra, seu sonho de consumo era fotografar Marilyn Monroe .
Ele propõe então à Vogue uma reportagem exclusiva de fotos de Marilyn, que foi imediatamente aceita pela revista. E tudo aconteceu rapidamente, pois Marilyn aceitou posar nua para ele e Bern realiza seu sonho, conseguindo fazer fotos que mais tarde viraram históricas…
Essas fotos foram feitas não em estúdio, como era o hábito, mas numa sensacional suite do Hotel Bel-Air em Los Angeles. Marilyn até o último minuto deixou um suspense se vinha ou não, e sua chegada, depois de cinco horas de atraso, foi um triunfo para ele. Esta sessão marcou a carreira de Bern; foi umas destas sessões inesquecíveis onde certamente ele se apaixonou por Marilyn e tirou quase 3000 fotos (o que para época era uma loucura!)
Mas infelizmente ela morreu um dia antes que estas maravilhosas fotos saíssem na Vogue. Aqui vão algumas delas que marcaram uma época no mundo da fotografia. Fiquei apaixonada quando vi este exposição em Paris no lindo e pequeno Museu Maillol.