Suas obras batem recorde mundial de vendas no mundo inteiro. Ele é um dos artistas contemporâneos mais polêmicos do mundo, gênio para uns e impostor para outros. Há mais de 20 anos Damien Hirst trata da relação entre real e arte!
Pela primeira vez estará na Tate Modern de Londres, onde está acontecendo até dia 9 de Setembro uma grande retrospectiva de toda sua obra. Animais mergulhados em formol ( que custam milhões de dolares!), moscas mortas, armários de farmácia lotados de pirulas…
Eu pessoalmente acho uma loucura esta arte, mas tem gosto para tudo…MP
Clique acima para ouvir Ornella Vanoni cantando Innamorata!
Capri é um lugar mágico, que te arrebata desde o primeiro segundo em que você vê! Uma ilha cheia de charme, glamour e ao mesmo tempo totalmente relax…
Imaginem uma casa estrategicamente situada, debruçada sobre o mar azul anil, num projeto admirado por arquitetos do mundo todo?
A Casa Malaparte, foi construída entre 1938 e 1942, por seu dono, Curzio Malaparte, que na época em que comprou esta ponta na ilha de Capri, chamou o arquiteto Adalberto Libera para fazer o projeto, mas num dado momento ele desistiu do mesmo, jogando-o fora, e fazendo tudo do seu próprio jeito para que ficasse parecido com ele.
AC
Curzio Malaparte
Le Mépris, de Jean-Luc Godard, filmado em 1963, com Brigitte Bardot, foi rodado lá. Abaixo um pouquinho da arquitetura da casa no filme para voces verem! Assistam, vale a pena ver os “quadros” emoldurados pelas janelas, lindo demais! Fora Brigitte, no auge…
A artista plástica ADRIANA BARRETO, com seu talento múltiplo refletido em suas telas, esculturas, instalações e vídeos, leva suas obras para além mar e apresenta uma exposição belíssima em Lisboa, nesta quinta-feira dia 17, na Fundação Portuguesa das Comunicações. Programa imperdível para nossas queridas leitoras de Portugal!
Já tendo feito inúmeras exposições no Brasil e no mundo, tanto individuais como coletivas, Adriana é dona de uma sensibilidade única, com olhar que nos surpreende em cada um de seus trabalhos, seja na instalação Impermanencia, que deixou a todos de queixos caídos pela imponencia, grandiosidade, leveza e sensualidade de seus vestidos, todos dançantes, como na exposição High-Tech Low-Tech com um trabalho em vídeo incrível, artista plural em tudo que faz!
AC
Os Vestidos Gloriosos! Trabalho deslumbrante e super impactante!
Sou zero “Maria Gasolina”, ao ponto de não saber a marca do carro que me rodeia, mas devo confessar: um “possante” mudou a minha vida e pra muito melhor!
Antes de mais nada, tenho que explicar um geoproblema que assola o meu cotidiano. Moro em cima de um morro, como carioca da gema que sou, no meio de um lindo bosque encantado. Ok, até aqui, um conto de fadas.
O primo irmão do bosque lá de casa!
Só que, no meu condomínio, cachorro grande é o que não falta e volta e meia um fujão, aí incluem-se os de casa, torna-se o demo encarnado, para medrosos como eu. Por isso, descer a pé, só em caso de emergência crônica.
Lindos pimpolhos, como estes, podem tornar-se…… uma fera inenarrável, quando estamos com medo!
Conclusão: ar e carro são as minhas necessidades vitais. Mesmo assim, preferia andar de carona a dirigir algo que não fosse a minha cara e, sobretudo, a minha alma. E nesse impasse, anos se passaram, eu discutindo atrasos com as meninas.
Outro primo irmão do meu cotidiano: o carro (comunitário) lá de casa funciona como nossas conhecidas vans, bobeou, dançou!
Até o dia em que meu anjo da guarda voltou de férias e soprou, no ouvido do meu maridinho que faz tudo pra me encantar, sugerindo um “teste” no mais improvável dos carros, eu sendo mãe de família: o recém lançado Smart. À partir de então, das trevas fez-se a luz e a paz voltou a reinar entre nós!
Este é primo carnal, como se diz no nordeste, do meu amado carrinho! Fofo, né?
Porque foi amor à primeira vista. Saí pra dar um rolé e, como no tapete do Aladim versão quatro rodas, fui parar no Leme e depois no Pontal, sempre ouvindo Tim Maia, e concordo com o mestre: não há nada igual!
Me senti como Aladim, versão “safe”: em vez de voar eu andava em terra firme!
Num verdadeiro “lifting da alma”, voltei aos 20 e poucos anos quando morava em BSB, pegava um carrinho 1966 que eu tinha e saía pela cidade, sem lenço nem documento, dirigindo e ouvindo uma música maravilhosa, duas coisas que amo fazer.
Quanto à parte prática, ele dá a maior conta do meu recado: faço compras de super mercado e na mala cabe o que não imaginamos, ponho gasolina a cada 10 dias, raro não conseguir uma vaguinha pela cidade, ele sobe o meu já cantado e íngreme morro, assobiando, e o mais importante: em 3 anos de uso diário e intenso, mesmo que por curtas distâncias, nunca me deixou na mão. E resolvi o impasse da falta de “pneu step”, comprando um sobressalente que fica, a postos, em casa. Precisei usá-lo por duas vezes.
Pra quem quiser informações supérfluas tipo cilindradas, cavalos, válvulas e otras cositas mas, deixo a cargo do site ou da revendedora AGO, que representa o SMART no RJ, com toda competência e fidalguia. No mais, é só alegria. Experimente! BN