Bebel

Bebel Niemeyer

UM PRESENTE ESPECIALÍSSIMO!

 

Logo da emblemática Librairie Abbaye Pinault

 

Minha querida amiga, Ruth Niskier, que honra nosso Blog com sua leitura, me presenteou especialmente…

 

Eis meu lindo prato, com a máxima de Descartes pontificando, com sua caligrafia reproduzida!

 

Este é o carimbo atrás do prato, com as especificações!

 

Trata-se de um lindo prato de porcelana, enfeitado com uma das grandes frases já proferidas pela humanidade e impressa nele, com a caligrafia de seu autor: nada mais nada menos que o pai do cartesianismo francês, René Descartes, e sua “Je pense donc je suis”, ou melhor, “Penso, logo existo”. Requintado, este é o presente que me encanta e que vou, com certeza, copiar e, além de Descartes, muitas outras frases de ilustres pensadores estão nos esperando…

 

Jacques- Henri Pinault o proprietário apaixonado por livros desde a infância…

 

Comprado na maravilhosa, “Librarie Abbaye Pinault”, lugar que detém as melhores edições da literatura e também cartas autografadas pelos maiores personagens do mundo das artes e ciência, a livraria ampliou seu acervo produzindo presentes como este, sempre girando em torno do tema literatura e cia. Vale a sua visita à ela, quando estiver em Paris, delícia de programa! BN

 

Livros modernos e antigos, como os da foto, pontificam em suas estantes!

 

Encontramos por lá, também, autógrafos especiais como este de Jean Cocteau!

 

Ou estes chiquérrimos marcadores de livro!

 

 

CONTATO:
LIVROS: 36, RUE BONPARTE
TEL: +55 33 1 46330424
AUTÓGRAFOS: 27, RUE BONAPARTE
TEL; +55 33 1 43548999

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A HOLLY WOODLAND DE CHARLOTTE OLYMPIA!

 

O arco de cabeça anuncia a Holly Woodland de Charlotte!

 

Tem algo mais cinema noir?!

 

Por falar em Londres, fui conhecer a loja da talentosa designer anglo-brasileira, Charlotte Olympia, e seus sapatos e bolsas cheios de graça, humor e também todo o conforto que nossos pezinhos merecem.

 

Muita plataforma, super confortáveis, me lembraram Carmem Miranda!

 

Bombando do nascer ao por do sol, a pequena loja em Old Bond Street é uma verdadeira graça e parece estar em permanente liquidação, tal o entra e sai de clientes.

 

Esta carteira, em forma d claquete, é super divertida… Sorry pela foto, a prateleira era altíssima e a fotógrafa, nem tanto!

 

E vem também numa versão mais light, de vinil!

 

Eu dei a sorte de passar por lá, justo quando chegava sua última coleção, “Hollywood”. Moderna ma non troppo, a nostalgia é atenuada por uma certa brejeirice e o resultado é elegante e muito divertido, como tudo que sua idealizadora faz. Vejam nas fotos! BN

AS BOLSAS:

 

Amei este saco de pipocas/ bolsa!

 

A criatividade continua com esta bolsa/ rolo de filme!

 

Os anos 30 estão com tudo: esta bolsa decô é podre de chic!

 

Para o dia!

 

Para toda hora….

 

OS SAPATOS:

 

Esta plataforma de cetim estava na vitrine, numa redoma de cristal, esperando pela próxima Cinderela… E muito bem acompanhada da Pandora versão Hollywood.

 

Um dos carros-chefes da coleção, esta plataforma tras estampada a foto de sua atriz favorita dos 40 forever: aqui vemos a inesquecível Rita Rayworth!

 

Esta plata nem fez cerimônia, é toda de stars! A coté, uma Pandora perfeita pra Esther Williams e suas escadas em forma de A!

 

Esta plataforma que enrola nossos pés em um pedaço de rolo de filme é tuuuuddooo!!!! Noves fora a cor linda…

 

Glamuroso!

 

Estiloso…

 

Este escarpim é muito chic e vem também em vermelho!

 

Amei estas sapatilhas que também têm broche de musas…

 

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LONDON, LONDON!

 

A majestosa Londres!

 

Passei uns dias em Londres, com o maravilhoso professor de música clássica, Rafael Fonseca, em mais uma de suas viagens de sonho. Desta vez, ele escolheu um roteiro russo para seguirmos e, paralelo aos maravilhosos concertos que tive o privilégio de assistir, curti muito o reino de Sua Majestade.

 

Com meu querido mestre, Rafael Fonseca, a caminho do Barbican Center, para mais um espetáculo!

 

Na divina companhia de amigas queridas, fiz passeios lindos, vi exposições imperdíveis, uma peça mirabolante, fui a restaurantes inesquecíveis…. Aos bocadinhos, contarei o melhor pra vocês.

 

Na Tate, a expô da primeira expô do mestre Picasso: sensacional vê-lo ainda se procurando…

 

No British Museum, a maravilhosa “Vida e Morte em Pompéia e Herculano”. Está tão concorrida, que tem que reservar com antecedência…

 

Na Tate Modern, Roy Lichtenstein arrasando!

 

No Victoria & Albert Museum, David Bowie mostra pro que veio!

 

Na National Portrait Gallery, a nostalgica e linda expô de retratos de Man Ray!

 

Contudo, o “high light” foi mesmo a música sublime que ouvimos e o privilégio de termos ido aos concertos inteiramente inseridos em seus contextos. Antes de cada espetáculo, Rafael fazia uma “preleção” sobre o programa do dia e o que esperar de seus executores. Mais o direito à dúvidas, no intervalo ou depois dele, luxo total.

 

Passeio lindo à Cambridge!

 

Amei este restaurante: The Ledbury!

 

Na “temporada russa”, ouvimos seus sensacionais compositores, interpretados por algumas das maiores estrelas da música clássica, da atualidade. Me apaixonei pelo grande maestro Sir Antonio Pappano, vi o condutor russo do momento, Valery Gergiev, num dia menos inspirado e me decepcionei com as salas de concerto, tecnicamente impecáveis, mas com visual muito aquém da linda e eterna Londres.

 

A cereja do bolo, pra mim, foi ver Sir Antonio Pappano e a London Symphony Orchestra interpretando a Sinfonia n.4 de Tchaikovsky!

 

Para quem tiver curiosidade, entre na página do VIRA, há sempre uma nova viagem como esta te esperando. Eu recomendo! BN

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MONTANDO UM CARDÁPIO PARA MUITOS!

 

Nada traduz mais uma coletânea de alimentos do que os quadros do genial Giuseppe Arcimboldo e seus “homens buffet”

 

Vocês conheceram a minha rotina , quando tenho que “alimentar” poucos, no post anterior. Neste, conto como faço quando tenho que receber muitos (que no meu caso, significam 40 pessoas, no máximo ).

OPÇÃO 1: Adoro o cardápio de buffet à moda antiga, que segue as regras sábias do tempo do onça, servindo a todo mundo, atendendo a cada um:

 

Buffet tradicional: como este divino, postado aquí no nosso BLOG por MP, by Ana Paula Leão Teixeira!

 

– Canapé:
3 quentes e 3 frios

– Comidas salgadas:
1 Prato do mar: peixe ou frutos do mar
1 Prato de carne
1 Prato de ave
1 Massa
1 Prato pra quem está de regime ( simplifico, fazendo ou o peixe ou a carne atendendo a  esta necessidade)
Salada
Acompanhamentos que sirvam a todos.

– Sobremesas:
3 variedades de doces, de naturezas diferentes.
1 Prato de frutas, lindamente arrumado (antigamente, frutas era só no almoço, mas ainda bem que este crime prescreveu).

OPÇÃO 2: Amo também quando o  cardápio é baseado em um destes pratos generosos, que só atendem a muita gente e com louvor, como o cozido, feijoada, picadinho ou cassoulet, os intransitivos, lembram? Não precisam, em tese, de mais ninguém. Mesmo assim, tenho sempre uma massa e uma salada a postos.

 

Mesa linda portando uma feijoada divina. A autora é minha adorada e chiqérrima amiga, Henriqueta Gomes!

 

Para sobremesa, sigo o esquema formal da opção 1 ou faço uma brincadeira, tipo variações no mesmo tema. Por exemplo, servir em uns 6 tipos de doces como compotas de frutas, bananada, goiabada puxa-puxa, doce de abóbora, de coco, etc, acompanhados de 3 tipos de queijos que combinem. Mais o prato lindo de frutas.

OPÇÃO 3: Esta é híbrida. Quando quero fazer um prato menos pop tipo rabada, dobradinha, moqueca, aí faço uma opção de peixe e acompanhamentos, no caso da rabada e dobradinha, ou um de carne e acompanhamentos, no caso dos frutos do mar.

 

Esta linda moqueca foi feita na Fazenda da Lagoa, da musa querida Mucki Skowronski, posta numa mesa deslumbrante com as que ela faz, bate um bolão! Mas vai que alguém não come frutos do mar…. Uma saída estratégica é fundamental!

 

Para sobremesa, as opções 1 ou 2 vão muito bem.

OPÇÃO 4: Gosto muito de um buffet temático tipo comida árabe, japonesa, chinesa, portuguesa, baiana, mineira, etc. Neste caso, mando ver e cubro a mesa de iguarias da especialidade escolhida.

 

Versão moderninha do buffet árabe: se o conteúdo for bom, o continente ….

 

Para sobremesa, sigo o mesmo rumo escolhendo as especialidades da região escolhida.

OPÇÃO 5: É a que você estiver acostumada, a prata da sua casa. Faça-a com todo carinho, uma certa coordenação e corra para os aplausos: esta fórmula não tem erro.

ALGUNS DETALHES:

– Chamo de “buffet”, o tradicional sistema de dispor toda a comida em cima de uma só mesa, geralmente a de jantar;

– Uso este sistema, quando o número de convidados é maior do que o dos lugares à minha mesa;

– Evito ao máximo, quando sirvo a refeição sem apoio de uma mesa, pratos que precisem de um certo esmero para serem comidos. Nestes casos, quanto menos faca, melhor.

 

That’s all folks!

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