Ana Cecilia de Magalhães Lins Lacerda & Bebel Niemeyer & Maria Pia Marcondes Ferraz

SOBRE XALES INDIANOS LINDOS!

 

Josefina de Beauharnais, imperatriz da França, o ícone fashion do século XIX, era xalemaníaca!
Um must have das fashionista da moda império... Tudo por conta da Imperatriz francesa Josefina Bonaparte!
Mais uma adepta!

Conta a lenda que a palavra xale vem do persa shal, significa cobertura para cabeça e durante o governo mongol, no sec XVII, era moda entre os homens. Por isso, chegou ao ocidente por mãos masculinas, um século mais tarde, trazido por funcionários das Cias das Índias Orientais ou por soldados franceses e ingleses que voltavam das guerras na Índia e Egito e lá conheceram este útil e luxuoso acessório. Mas, provavelmente, só viraram febre fashion na Europa, quando caíram nas mãos femininas.

Os primeiros xales foram tecidos na região da Caxemira e eram feitos com a lã sedosa dos pelos internos das cabras do Himalaia. No século XVIII, passaram a usar lã de carneiro na confecção dos lindos exemplares bordados nas bordas com motivos florais e nas extremidades com os famosos Pinhos Paisley: Dependendo da qualidade, eram assinados como um quadro, com o nome da tribo do artesão que o confeccionou, prática utilizada até hoje. Alguns eram tão preciosos que entravam no valor dos dotes!

Admirados por sua extrema beleza, os xales caíram como uma luva na leve e decotada moda império francês, pois sua maior qualidade é a capacidade de aquecer com eficiência: A imperatriz Josephine, a maior ícone fashion da época, ficou com mania deles como vemos no quadro acima, e suas tietes seguiram- lhe os passos.

Se você é como Josephine e eu, se amarra num xale indiano e quentinho, seus problemas estão resolvidos, aqui mesmo, no Rio de Janeiro: Uma querida amiga do Blog, a chiquérrima Luiza Villela vende os mais lindos e variados modelos. BN

Tel de contato: (21) 8552 8030.

Curtam as fotos!

Mostruário das maravilhas da Luiza!
No detalhe!
Os lisos!
Estampados!
Patchwork mara!
Di-vi-no!
Bi-color... super!
Basicão incrível!
Olha que loucura!
Amo os com estampa!

 

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DURO OLOWU: O DESIGNER NIGERIANO QUE ARREBATOU O JET-SET!

Caroline de Monaco e Michelle Obama entre outras, se encantaram com a moda do designer nigeriano, DURO OLOWU, baseado em Londres.

Muitas cores, muitas estampas, cortes variados, mistura tudo e pronto, Duro Olowu!

Vocês não acham que lembra nossa maravilhosa estilista Adriana Barra?

Olhem só:

 

 

Michelle Obama

 

 

 

 

 

 

Caroline no baile em Monaco

 

AC

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BATOM MARA!

Um dos meus complexos nesta vida é ser uma nulidade manual, basta ver o quase garrancho que é minha letra: Penso em Champollion, às vezes, para ajudar a me decifrar! Quando trata-se de desenho, chega a ser aflitivo formular na cabeça algo que minhas mãos, simplesmente, não executam, como é com o quesito maquiagem, a minha é corretiva e olhe lá: Tiro olheira, acerto a pele, passo algo para dar um ar bronzeado, blush, rimel, baton e lamba os beiços. Então dica de maquiagem minha é basicona, mas tem valor dobrado e resiste à toda e qualquer falta de tecnologia na sua execução, ou seja, zero de chance de não funcionar!

Tudo isso pra introduzir na sua vida um presente que ganhei ontem, de uma amiga queridíssima, e não parei mais de usar: Batom em forma de lápis, da Clinique, “Chubby Stick”, mosturizing lip colour balm, diz a embalagem ( foto acima). Ou seja, é um brilho de cor suave mas viva, super hidratante, e que não deixa aquela sensação de cola super bonder na sua boca! Tudo de bom, com natural look!

Ouvir dizer que é brand new, mas se for do século XIX, me perdoem, não sou definitivamente deste ramo! BN

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NÃO PERCA: “DIANA VREELAND, O OLHAR TEM QUE VIAJAR”!

Num jantar em Brasilia, um amigo então casado com uma deusa da beleza, me confidenciou: Bebel a gente se acostuma com tudo nesta vida, menos com inteligência! Pensei com meus botões, tem um Einstein nesta linha, e tinha mesmo: Um mês depois o casal estava desfeito e a suspeita confirmada.

Pensei muito nele, ontem, vendo o delicioso “Diana Vreeland, o olhar tem que viajar”, no Festival do Rio, que continua rolando com toda energia e muita coisa boa! Imaginem um documentário sobre os assuntos mais manjados e revirados desta e de outras atualidades: Moda, Belle Epoque, Ballet Russes, as décadas de 20 e 60 do sec XX, Paris, Nova York, Editoria de moda, Harper’s Bazaar, Vogue, celebridades, Costume Instutute do Metropolitan Museum of Arts, etc, etc,etc! Alguém ainda aguenta-os, sem  bocejar? Pois vou te contar que sim.

A inteligência suprema da documentada Diana Vreeland, suas tiradas de humor curto e fino, temperadas com beleza, elegância e requinte pela diretora Lisa Immordino nos fazem viver, no cinema, a máxima de JK: Duas horas em dois minutos! Querido amigo, você estava coberto de razão e você vá correndo contatar, os burros que nos perdoem, mas inteligência é fundamental! BN

CLIQUE AQUI PRA CURTIR A MUSA!

 

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