Arte e Cultura

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VALENTINO na SOMERSET HOUSE

 

 

Está imperdível a linda exposição em Londres das roupas inesquecíveis do talentoso designer VALENTINO.

Conhecido apenas por seu primeiro nome, Valentino, homem, e Valentino, a marca de moda, são inseparáveis. Em reconhecimento a este grande mestre da moda, a Somerset House apresenta: Valentino: Master of Couture, uma celebração da vida e da obra de Valentino Garavani Clemente Ludovico.

Esta exposição glamourosa se concentra exclusivamente na alta-costura criada pelo lendário designer italiano, e poderá ser vista de 29 de novembro até 3 de Março de 2013.

 

 

 

Com uma carreira de 50 anos, há muito o que mostrar e o show abrange mais de 130 desenhos feitos à mão usados por ícones como Jackie Kennedy Onassis, Grace Kelly, Sophia Loren e Gwyneth Paltrow. Dentro da coleção haverá vestidos da passarela de alta costura e do “red carpet”, ao lado de projetos encomendados por clientes privados, dando aos visitantes uma visão única por trás das passarela e dentro do mundo “Valentino”.

 

 

 

Conhecido por suas relações bem estabelecidas com as mulheres mais glamourosas do mundo (ele pode citar princesas, primeiras-damas e ícones de Hollywood como clientes), mestre da Haute Couture, a exposição destaca o vestido vintage usado por Julia Roberts no Oscar em 2001, o vestido de casamento de Jackie Onassis de 1968 e vestido de casamento de seda usado pela princesa Marie-Chantal em 1995, incrustada de pérolas marfim.

 

 

 

 

 

A fim de apresentar os trabalhos de uma forma única, a Somerset House foi transformado por Kinmonth Monfreda, colaborador de longa data de Valentino, em uma passarela onde os visitantes tomam o lugar das modelos na pista de 60 metros. Em torno das bordas da passarela está a “platéia”, onde se vê os vestidos de Valentino couture, incluindo vestidos de noite, terninhos, minis, capas, e kafkans. A apresentação mostra as peças  ordenados por tema, em vez de data, colocando junto os tons de preto e branco, e o famoso vermelho Valentino.

Mostra-se também fotografias inéditas pessoais de Valentino no trabalho e em casa. Assim como uma série de filmes feitos especialmente no atelier dele, mostrando o detalhe de como produzir uma peça Valentino.

Os visitantes também têm a oportunidade de interagir diretamente com a exposição que tem conteúdo multimídia permitindo mergulhar ainda mais no legado Valentino.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Valentino: Master of Couture

de 29 de novembro até 3 de Março de 2013, Somerset House Strand Londres WC2R 1LA.

 

AC

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O NATAL DE EMÍLIA FREITAS

Dona Emilia já virou uma lenda no Natal de Brasilia. Morei nesta cidade muitos anos e nunca deixei de prestigiar minha querida Emília Freitas que passa o ano todo preparando estas lindas peças com muito carinho. As casas da cidade tem uma tradição de serem sempre muito enfeitadas, e não há casa que não tenha um arranjo de dona Emilia, nossa fada do Natal. MP

As lindas capelinhas coloridas.

Maravilhosas estas bolas de Natal com imagens Santas, réplicas de ícones russos.

Estandartes de santo.

Grande variedade…

Tudo pintado e feito a mão.

Enfeites para árvore de bouquet de rosas…

Adorei estes enfeites para uma árvore mais infantil!

Papai Noel…meus filhos amavam…

Sou louca por estas arvores de frutas, são divinas e fazem de qualquer mesa de natal um espetáculo!

As guirlandas também são lindas…e o par de vasos de musgo de pirar…

Reparem as topiárias de maçã!

As bolas são todas feitas a mão…

Detalhes das bolas mágicas…

Amo estas árvores!

Email para contato: [email protected]

+ 55 61 9988-7887 ou + 55 61 9988-7861

+ 55 61 3365-2451

+55 61 8210-5109

Dona Emilia receberá de quinta dia 6 de Dezembro a Domingo dia 9,

em sua casa SHIS QL 02 conjunto 5 casa 13 no Lago Sul em Brasilia, de 15 horas as 21 horas.

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UMA PALAVRINHA SOBRE SUTIÃ por DEONISIO DA SILVA

 

O Blog hoje está impossível, está com tudo e com motivo, estamos prosas!

Nosso convidado é o Professor Deonísio da Silva, que nos dá essa colher de chá maravilhosa, nos honrando com esta cronica escrita especialmente para o 40 Forever!

AC

 

 

UMA PALAVRINHA SOBRE SUTIÃ

 

“Escritores usam sutiã! Jornalistas também! É frequente o uso de sutiãs entre os que redigem. Quem faz dicionários, também usa sutiã!

Há mais significados sob as palavras do que supõem nossos parcos saberes. Todavia o sutiã utilizado pelos profissionais do parágrafo anterior não é o fetiche encantador do vestuário feminino, talvez a primeira peça com a qual o ser humano dá de cara (ou de boca!) nos primeiros meses de vida, quando a mãe descobre os seios para amamentar o rebento.

 

 

É que sutiã tem outro significado, assim fixado no Dicionário Aulete: “Frase colocada depois do título e que serve para complementar o mesmo; subtítulo.”

No seu significado predominante, sutiã veio do Francês soutien, designando peça íntima para sustentar, modelar ou simplesmente enfeitar os seios.

Há sutis e complexas diferenças nas línguas francesa e espanhola para esse sortilégio, esse amuleto da lingerie, que, aliás, tem este nome porque as primeiras vestes femininas íntimas foram feitas de lin, linho, substantivo francês que está na origem do adjetivo lingerie, feito de linho.

As espanholas usam sujetador, significando dominador. Isto é, para as espanholas, o sutiã domina algo que pode escapar. Para as francesas, sustenta algo que pode cair.

Em outras línguas, como as anglo-saxônicas, é denominado brassière, do antropônimo francês Philippe Brassière, ou simplesmente bra. Os norte-americanos creditam a invenção do sutiã à debutante Mary Phelps Jacob, que em 1914 recebeu 15 mil dólares pela patente de uma peça do vestuário feminino que denominou soutien-gorge.

 

Mary Phelps Jacob

 

 

Mary abominava os espartilhos, usuais e tidos por elegantes naquela época. Inconformada em sair à rua com o corpo tão apertado, acolheu ideia de sua anônima criada francesa e amarrou dois lenços para segurar os seios, ligando um pano ao outro com uma fita.

 

Quem não se lembra desta cena de …E o Vento Levou?

 

A inventora jamais conseguiu comercializar aquela peça, mas desde então muitas empresas têm ganhado fortunas incalculáveis em todo o mundo fabricando sutiãs.

O costureiro e decorador francês Paul Poiret, em En Habillant l’Èpoque, atribui a si mesmo a invenção do sutiã para suas clientes. Também Otto Titzling é dado como inventor da peça, em 1912.

As mulheres da Roma Antiga usavam o strophium, um pano que mantinha erguidos os seios. A palavra latina era a mesma para designar a corda que amarrava o navio ao cais. A ideia, para os navios como para os seios, era a de prendê-los.

 

Strophium

 

Famosas mulheres, muito conhecidas dos habitantes da Galáxia Gutenberg, não puderam contar com a ajuda de sutiãs para encantar aqueles homens que, antes de nós, se apaixonaram por elas. O Diccionario da Lingua Portugueza, de Antonio de Moraes Silva, cuja sétima edição, “melhorada e muito accrescentada”, foi impresso na “Typographia do editor Joaquim Germano de Souza Neves”, à Rua da Atalaia, em Lisboa, ainda não trazia a palavra sutiã.

Rastreando obras de referência ou romances, poesias, contos, crônicas e ensaios, não encontramos sutiã antes do século XX! Portanto, famosas e emblemáticas personagens femininas de Eça de Queiroz, de Machado de Assis, de Balzac, de Flaubert, de Shakespeare, de Dante, de Cervantes e de quantas mais dessas épocas pregressas, não usavam sutiã.

Hoje só não usa sutiã quem não quer! Nós, os que escrevemos, para fazer subtítulos que amparem nossos textos. As mulheres, para segurar o que a lei da gravidade tende a pôr abaixo. ”

 

Madonna e seus famosos sutiãs shows!

 

Deonísio da Silva

Da Academia Brasileira de Filologia, Vice-reitor da Universidade Estácio de Sá e Consultor do Dicionário Aulete, escritor e professor.

Escreve semanalmente na revista Caras sobre Etimologia das Palavras.

 

AC

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JINGLE BELLS PARA UM GUIA GASTRONÔMICO A CARA DO RIO!

 

Eis uma bela sugestão de presente pro seu natal!

 

Este post me foi soprado pela querida Cintia Parcias, jornalista maravilhosa e membro de uma família que nosso BLOG louva. A dica, de tão boa, passou a fazer parte dos acessórios de primeira necessidade do meu carro, pois é uma divina fonte de inspiração e me coloca na boa, direto e com canastra de ouros…

 

Amanhã, dia 27 de novembro, vernissage desta pequena jóia em forma de guia: na livraria Argumento, do Leblon, a partir das 19 horas. Não perco, por nada, meu lugar na fila!

 

Trata-se do Guia de Bistrôs do Rio de Janeiro, de Alex Herzog, editora Mauad, que dita com maestria onde comer bem, bacana e barato: três Bsque fazemos questão de prestigiar. Dividido em capítulos / bairros, a leitura é adorável e conta uma história que ilustra cada um dos lugares escolhido, revela seu charme secreto e aconselha, com competência, o que comer por lá.

Além das informações dos restaurantes, o livro lista mais de 150 programas cariocas, indicando parques, jardins, museus, galerias de arte e centros culturais a serem visitados.

Passo a palavra ao Alex Herzog, seu autor, para que nos conte sobre o seu guia que é tudo de bom! BN

 

Alex cruzou a cidade sobre uma scooter Bee vermelha, munido de três câmeras fotográficas pra registrar o que achou de interessante pra gente!

 

ALEX HERZOG:
“Eu fiz um guia que reúne restaurantes e bares de várias categorias que eu considero interessantes seja pelo cardápio, pelo ambiente, pelo proprietário ou pelo conjunto de tudo isso. É o que eu chamo de “espírito de bistrô”, não importando qual o tipo de restaurante e bar ou de comida. Inclui os locais que mais costumo frequentar e outros que acabei descobrindo, ao longo da minha pesquisa feita por dois anos, indicados por amigos, por chefs e por donos de restaurantes. Procurei manter o conceito de informar onde comer bem, bacana e barato – ou seja, locais que, acima de tudo, ofereçam boa gastronomia a preços justos, mesmo quando se trata de um local mais “pé sujo” ou mais sofisticado”. AH

 

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