Arte e Cultura

Arte e Cultura

VANDA KLABIN: MANOBRAS POÉTICAS!

Linda coletânea organizada por Vanda Klabin, tendo a água por inspiração!

 

Hoje, volta ao nosso BLOG a queridíssima Vanda Klabin, que nos deixou saudosos de suas maravilhosas novidades sobre o mundo das artes.

E chega arrebentando, contando sobre uma belíssima exposição da qual ela é curadora e é um MUST GO: vejam o porquê, na fotos! BN

 

Outro ângulo da expô!

 

VANDA KLABIN: Manobras Poéticas 

“A exposição Manobras Poéticas apresenta  trabalhos de dez artistas representativos no cenário da arte contemporânea, cada um com suas peculiaridades e plataformas artísticas. A exposição tem  como tema a ilusão aquática, seus reflexos, suas luminosidades, suas colorações e suas inquietudes rítmicas. A água, através de rotas simbólicas, vai ganhando corpo e se consolida em outro território: repousa nas telas, ou nas fotografias, ou nas esculturas, em complexa parceria com a natureza.

 

 

A água, matéria instável que a natureza oferece, com seus movimentos oscilantes e intensas vibrações, entra como eixo condutor da composição e é apropriada pelo olhar do artista como um ingrediente ativo e transformado em um acontecimento plástico. O foco dessa exposição é esse olhar que traz novos ritmos de investigações estéticas. A natureza é uma matéria sempre perceptível de interpretação e de reflexão, que estimula a capacidade inventiva e o jogo do imaginário, que converge para a disponibilidade plástica desses pequenos  mundos nascentes.

 

 

Cada artista vai elencar problemas e interrogações e pontuar as suas diferenças na força da emergência de sua plasticidade artística, mas mantendo a sua alquimia de contrastes e a ocupação da verdade poética e visual de seus pensamentos.”VK

 

 

LOCAL:
Galeria Athena Contemporânea
Av. Atlântica, 4.240 – 210 | 211
Shopping Cassino Atlântico – Copacabana

 

ARTISTAS PARTICIPANTES:

André Andrade, pintura!

 

Ana Prata: pintura!

 

Anna Paola Protásio: escultura!

 

David Lachapelle: fotografia!

 

Eduardo Masini: fotografia!

 

Joana Cesar: colagem!

 

Raquel Tanugi Ribas!

 

Rodrigo Bivar: pintura!

 

Vanderlei Lopes: escultura!
Zezão: fotografia!

VANDA KLABIN: MANOBRAS POÉTICAS! Read More »

A PIANISTA SONIA RUBINSKY NO MUNICIPAL

“(…) pianista profunda e refinada (…). Seu Mozart é articulado e não menos claro e expressivo do que o de Perahia ou o de Uchida. Seu Scarlatti demonstra um majestoso controle de timbre. Assim como seus compatriotas, tais como Guiomar Novaes ontem e Nelson Freire hoje, ela possui um extraordinário colorido sonoro que a torna uma intérprete perfeita de Debussy e Messiaen. ” Eric Dahan, Jornal Francês Libération – “Le Piano Rare de Sonia Rubinsky” 

Sonia Rubinsky foi aclamada pelo New York Times, Libération e vários outros jornais como uma das melhores pianistas de sua geração. Ela foi vencedora do Grammy por um disco dedicado a Villa Lobos, premiada pela Associação Paulista de Críticos de Arte como “Melhor Recital do Ano”, ganhadora do prêmio William Petschek da Juilliard School e do Primeiro Prêmio da International Artists em Nova York, a pianista Sonia Rubinsky se destaca por um estilo ao mesmo tempo poético e percussivo que representa os ritmos e melodias populares do Brasil embora intimamente ligada ao repertório clássico e romântico europeu.

Ela é paulista mora em Paris e está no Rio para uma única apresentação. Sonia Tocará na integra a Suite para Piano e Orquestra do compositor carioca Villa- lobos, com a orquestra filarmônica de Minas Gerais, sob a regência do maestro Fabio Mechetti, AMANHÃ, Sábado dia 24 de Novembro, as 21 horas no Teatro Municipal.

Com certeza será o melhor programa do Rio de janeiro para quem gosta de música clássica, IMPERDÍVEL!

MP


A PIANISTA SONIA RUBINSKY NO MUNICIPAL Read More »

LUIZ ERNESTO, PINTURA MUDA

 

 

Minha cunhada amada, Andréa Magalhães Lins, volta ao 40 Forever hoje para nos contar sobre a exposição e o trabalho de LUIZ ERNESTO.

AC

 

 


“Apresento hoje, o artista plástico e meu professor da Escola de Artes Visuais do Parque Lage, Luiz Ernesto Moraes.

Ex-aluno desta escola, Luiz Ernesto, foi diretor da mesma de 1988 a 2002. Em 1992 passou um ano na Escócia, cursando uma bolsa de estudos, no Glasgow Print Studio onde desenvolveu uma série de trabalhos em diferentes técnicas de gravura. Desde 1979, tem participado de exposições individuais e coletivas. Seu trabalho desenvolve-se em diversos meios, como desenho, pintura, objetos e fotografia e tem como ponto de partida os objetos banais do cotidiano.

Vale a pena visitar  –   http://www.luizernesto.com.br

 

 

“Quase poemas”, frutos da mistura de imagem e texto, em peças que em sua composição propõem uma discussão dos limites e definições técnicas da pintura, em uma época que oferece ao artista inúmeras possibilidades para a produção de imagens.

Assim Luiz Ernesto apresenta “Pintura Muda”, O belo trabalho meticuloso e detalhado que está desde 8 de novembro e fica até  8 de dezembro, na Galeria Silvia Cintra.

 

 

As dez obras, representam uma evolução natural da linha adotada de forma mais intensa pelo artista na última década: o uso de imagens de objetos do dia a dia, associadas aos “quase poemas”, por definição do próprio autor, que juntos adquirem um novo sentido.. Ele utilizou materiais como: resina epóxi, fibra de vidro e fotografias, que não pertencem à tradição da pintura. Após fotografar objetos, imagem central da peça, o artista começa a laminar uma placa em fibra de vidro, alternando resina, a imagem impressa e pigmentos. A frase entra impressa em uma das camadas, dando toque fundamental. O resultado é uma peça inteiriça, na qual a resina funciona como estrutura e também parte integrante da obra. “Não tenho a pretensão de dizer que são poemas, mas diria que são quase. As palavras vêm ganhando peso em meu trabalho e essas frases são não apenas um complemento das imagens, mas parte fundamental”, diz Luiz Ernesto.

 

 

Luiz Ernesto também lançou um livro na noite de vernissage, à venda na Galeria.

O livro  chama-se LUIZ ERNESTO – ANTOLOGIA, foi editado pela editora Réptil e abrange 30 anos de carreira. O texto principal foi escrito pelo crítico e curador Guilherme Bueno, que estará com Luiz Ernesto na Galeria Silvia Cintra, dia 21/11 às 19:00hs, para uma conversa aberta ao público sobre a exposição.

Estão todos convidados!

Galeria Silvia Cintra

Rua das Acácias, 104 – Gávea – RJ

www.silviacintra.com.br

 

Andréa Velloso de Magalhães Lins para o 40 FOREVER

AC

LUIZ ERNESTO, PINTURA MUDA Read More »

OS GONZAGAS!

 

Comadre é uma das pessoas mais importantes de nossas vidas, um parentesco escolhido, literalmente uma “vice-você”.

 

Minha comadre Marcia Braga, a inspiração para este post!

 

Eu tenho duas especialíssimas e eleitas, com esmero, pelo meu coração: a adorada e musa de todos nós, AC, a segunda mãe da caçula aqui de casa, Isabel,Marcia Braga, amiga do peito e a grande companheira de adolescência e mocidade, madrinha de minha Maria tanto quanto tenho a honra de ser a “dinda” de sua adorável filha, Duda Padilha. Antes de seguir para o próximo parágrafo quero registrar que se MP já estivesse em minha vida, quando nasceram as meninas, certamente eu teria produzido a Elisa só pra ela batizar…

 

O craque Breno Silveira em ação!

 

Voltando ao post, ele é sobre a lindíssima história dos “Gonzaga, de pai pra filho” e tem ficha técnica de tirar o chapeu de cangaceiro, bien sûre: é regiamente dirigido por nosso menestrel das histórias musicais brasileiras, Breno Silveira e produzido pela divina comadre Márcia, com mais dois parceiros.

 

Luiz Gonzaga, real, já com a indumentária que o distinguiu e consagrou como o trovador dos sertões brasileiros!

 

O filme conta a história do amor conturbado entre duas pessoas fadadas ao encontro, apesar dos acidentes de percursos e poços de mágoas. Uma epopéia do herói Gonzagão, que com seu vozerão pra cantar lindamente o baião, acabou se tornando o trovador dos sertões brasileiros.

Me lembrei de Marcel Proust e a tese da arte redentora que conduz o ser humano à posteridade pois, logo na primeira cena, Luiz Gonzaga recita um lindo texto prevendo sua imortalidade pela música que canta: começo deslumbrante.

 

Eis o grande Gonzaguinha, especialista em explosões de coração!

 

Também adorei reviver a sensibilidade à flor da pele da arte de Gonzaguinha e fiquei perplexa ao conhecer sua história, jamais suspeitei.

O gran finale é por sua conta e deixa a platéia colada à poltrona, sorvendo cada sílaba da monumental “Explode Coração”, que vai ser a trilha sonora do dia em que eu me for:

“Viver e não ter a vergonha de ser feliz,
Cantar e cantar e cantar a beleza de ser um eterno aprendiz,
Eu sei que a vida devia ser bem melhor e será,
Mas isso não impede que eu repita:
É bonita, é bonita, é bonita !!!!!!!”

 

Os divos Chambinho do Acordeom e Júlio Andrade, que vivem Gonzagão de Gonzaguinha, provavam que reencarnação é possível!

 

Se você ainda não viu este clássico do nosso cinema e seu elenco de primeira grandeza, levanta já desta cadeira e vai se emocionar, até a última gota, com o Brasil que merece os nossos aplausos e de pé! BN

 

OS GONZAGAS! Read More »