Arte e Cultura

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LIVROS DE ORAÇÃO ÚNICOS, DIVINOS!

 

 

Li na coluna de minha querida amiga VIVI MASCARO, que é imperdível, sobre estes LIVRINHOS, que divido aqui com nossos leitores, porque fiquei completamente “in love” com eles!

Imagine os mais lindos e bem acabados livros de oração feitos artesanalmente, podendo-se escolher o couro, as orações dos santos de devoção, com imagens cortadas e coladas uma a uma, plaquinha de prata de lei com nome gravado…Um capricho total!

 

Oração para o Anjo da Guarda

 

Amei esta cor!

 

Pois este achado existe e são feitos por Eleanor Falci!  Eles são escritos à mão, sob encomenda, e estão em alta com nossos superstars Mariana Ximenes, Fernanda Montenegro, Reynaldo Gianecchini, Claudia Raia, Aracy Balabanian, e os não menos stars Donata Meirelles, Sandro Barros, e as duas sisters, quase santas, Glória Severiano Ribeiro e Clara Magalhães, segundo minha querida Vivi.

 

 

Eleanor estudou no Sacré-Couer de Marie, aqui no Rio, e sempre foi muito praticante,
participando ativamente de grupos de oração e tendo como missão pessoal evangelizar todos que fazem parte de sua vida.

Tudo começou com um livrinho, feito à mão, que ela ganhou da mãe e de tanto usar precisou mandar restaurar… E não é que o encadernador perdeu o original !
Sorte a nossa já que isso fez com que ela tivesse a idéia de fazer, ela mesma, os Livrinhos para as filhas, para o marido, para algumas amigas e a coisa não parou mais.

 

 

Tudo é feito manualmente. Todas as imagens foram escolhidas com muito cuidado e ao longo do tempo ela foi modificando, trocando, num processo que não termina nunca. Todas as figuras são impressas em papel fotográfico brilhante e cortadas uma a uma.
A encadernação é feita num processo super delicado e totalmente artesanal.
O couro utilizado é o que existe de melhor e na contra-capa é usado um papel marmorizado italiano, em harmonia com a cor do couro.
São mais de 60 orações que nos ajudam e dão muita força a qualquer momento e praticamente em qualquer situação.
Caso se queira alguma oração em especial que não tenha, ela acrescenta no final do Livrinho.

Todos tem uma plaquinha em Prata de Lei, com o nome que voce desejar gravar.
Eles enviam por SEDEX para o país todo.

Olhem que lindos e maravilhosos que são! Vou encomendar o meu “ontem”!

AC

 

Benção da Casa: FUNDAMENTAL!

 

Sagrado Coração de Jesus

 

Ensinando a rezar o Terço

 

Os Mistérios

 

As cores lindas!

 

 

 

 

 

 

 

Eleanor Falci, mãos de fada e coração de anjo!

 

Melhor presente pra se dar e pra se receber!

Que DEUS abençoe a todos nós, porque sem ELE, nada somos!

 

ELEANOR FALCI

Contato:

[email protected]

11- 9.83.84.47.47

AC

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A ORQUESTRA DA PAZ!

Eis a Divã, num momento relax, pois tive o privilégio de também vê-los ensaiar: aí você vivencia a harmonia do grupo!

Este post conta uma história linda de amor e paz, já que um não existe sem o outro.

Na minha semana musical, em Salzburg, vi apresentar-se o top da música clássica atual. Mas o espetáculo que mais me emocionou foi, sem a menor dúvida, a performance de uma jovem orquestra que talvez ainda não tenha a mais apurada técnica ou os maiores nomes. Mas isto é o de menos, em se tratando da WEST-EASTERN DIVAN ORCHESTRA.

O passe-partout que me deu direito a entrar no ensaio e nas partes reservadas dos teatros: são como passaportes de “adesão” , ao grupo de patronos, que fazem o Festival acontecer. ” Aderindo”, a sua contribuição ajuda na sua realização!

Saída do coração de um dos mais talentosos maestros em atividade, o maravilhoso “hermano” Daniel Barenboim, a DIVAN nasceu, do acaso, e tornou-se uma bandeira viva de fé e esperança. Tive o privilégio de assistir ao seu ensaio, pela manhã, e atuação à noite: que show vê-los, como num tubo de laboratório, agindo e interagindo, desenvoltura perfeita em torno do comando, quase paternal, de seu regente. Achei-me diante da mais verdadeira harmonia!

Como Atena, que nasceu de uma dor de cabeça de Zeus, a Divã saiu de uma inspiração da cabeça de Daniel Barenboim. Na foto, com o spalla da Filarmônica de Berlim: as estrelas musicais adoram participar das apresentações deste timaço!

Sua trajetória começa quando Weimar, cidade alemã e patrimônio da humanidade, foi escolhida, em 1999,  como capital cultural da Europa e Barenboim tornou-se o curador das atividades musicais. Entre outras providências, criou um curso para jovens instrumentistas que quisessem aprender a atuar em orquestra. Surpreso com a enorme quantidade de árabes inscritos, pediu ajuda ao amigo Edward Said e juntou-os, com a mesma quantidade de aprendizes judeus, para formar um grupo musical impensável, até então. Este encontro, abençoado, proporcionou a convivência de moços e moças cujos destinos talvez jamais se cruzassem, nos intervalos dos ensaios, durante as refeições e na hora do lazer sendo que, o principal, foi fazê-los “encontrar um espaço onde fosse possível produzir HARMONIA“, como tão bem definiu meu guru, Rafael Fonseca.

Outro ângulo do ensaio!

A experiência foi um tal sucesso que a orquestra tornou-se permanente e é uma emoção vê-los atuar: arrumada aos pares, há sempre um judeu sentado ao lado de um árabe, em equilíbrio numérico perfeito e emocional também: impossível não ser tocado pela vibração das notas e astral que eles emanam.

O spalla da Divan, Michael Barenboim, filho do regente, no ensaio matinal: chiquérrimo!
Barenboim instruindo seus comandados!

A última barreira a ser transposta, no caminho deste grupo divino, foi a territorial. Como a geografia original era complicada, a cidade de Sevilha acolheu-os, oferecendo sede e passaporte espanhol para todos. Um final mais do que feliz, pra combinar com a tradição andaluz de incentivar e promover a tolerância religiosa, desde a época do reino de Granada, quando todos coabitaram em seu território, felizes e em paz.

Rafael Fonseca e Claudia Nogarotto no ensaio da Divan!

Volto a Rafael Fonseca, mestre que me introduziu ao culto da Divan e, não contente, ainda levou-me para ouví-la, dissertando sobre a palavra divã:
“Este nome é pleno em significados: primeiro, foi o título de uma coletânea (Divan) de poemas orientais reunidos por Goethe; divan também era como chamavam a “Sala do Conselho”, na época do império turco e, por uso, passaram a serem chamadas, assim, as salas das casas, em algumas regiões árabes. Daí o nome daquele sofá, que depois Freud adotou, em seu consultório. Era Baremboim colocando árabes e judeus no divã”. BN

LOOKS DOS MÚSICOS!

A orquestra Divan deixando o teatro, depois do ensaio!

O GRAN FINALE, QUE RESUME ESTA ÓPERA:

Esta fofa, filha de membros da orquestra, que assistia com conforto ao ensaio, começa a chorar…
A orquestra interrompe o ensaio, numa boa, para que a mãe, esta linda violinista, possa acudir sua baby.
Mãe e filha, depois do ensaio: final feliz!

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PRA QUEM QUER PEGAR UM CINEMINHA…

No fim-de-semana é de lei pegar um cineminha, pelo menos aqui em casa. E sempre paira sobre nós a dúvida do que ver, pois o tempo é curto e as ofertas muitas… Se você estiver no mesmo barco, tenho duas boas sugestões pra distrair o seu domingo. Mas compre logo as entradas, pois ambos os filmes estão com casa cheia.

Filmes sobre corações partidos e… religados, ou não somos os últimos românticos?!

Pensei em indicar esta dupla, pois de alguma forma suas histórias se cruzam e são prato cheio para nós mulheres, que amamos o tema “discutir a relação”: falam de dois casamentos à beira do abismo que são reinventados por seus protagonistas…

Meninos, não fiquem arredios, pois vocês também vão se reconhecer na “telona”.

Juliette Binoche e Mathieu Kassovitz: lindos, charmosérrimos e se reapaixonando… Tudo isso em Paris!

O primeiro é o francês “A Vida De Outra Mulher”, que fui ver animada por sua procedência francesa e pela protagonista que amo, Juliette Binoche, já que as críticas não eram efusivas.

Ao chegar no cinema, encontro outro muso, Edney Silvestre, que também estava lá atrás de Juliette: a Elizabeth Taylor francesa, segundo ele, igualmente linda, talentosa e malancólica. Adorei sua definição, já adotei.

O filme é uma boa surpresa, sustentado por diálogos maravilhosos e uma trama em que a personagem central e platéia, cúmplices graças ao carisma de Binoche, vão viver juntos uma história de amor que já terminou.

Só a vista do apartamento do casal, já vale o seu ingresso!

Em “Um Divã Para Dois”, o trio que arrasa: Tommy Lee Jones, a diva mor Maryl Streep, o casal em crise, e o psi bombado Steve Carell (de costas)!

Já em “Um Divã Para Dois”, o desencontro é de um casal americano típico, destes que você nunca espera viver uma história tão fora do aparente contexto dos dois.

Assolados pelo tédio de um casamento, que se arrasta há 31 anos e a consequente crise sexual típica dos casais de meia idade, ou não, Kay e Arnold, vividos divinamente por Meryl Streep e Tommy Lee Jones, decidem atravessar meio país para discutirem sua infeliz convivência com um renomado psicanalista, especializado em casamentos falidos.

Fazendo graça, com muita graça e no tom perfeito, o filme desvenda um assunto delicado com a clareza e sutileza necessárias para evitar a superficialidade.

Termino com capítulo à parte Meryl Streep, que do alto de seus 63 anos de talento pra dar e vender e o lindo rosto mostrando que o tempo não para, põe por terra a teoria de que só há bons papéis para as mocinhas: da “Dama de Ferro” Margaret Thatcher à Kay Soames, ela é sempre um show! Vale sempre o seu ingresso! BN

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A ÓTIMA DO FIM DE SEMANA!

BN e András Schiff, no auditório da emblemática Universidade Festspielhaus, em Salzburg, quando assistimos a apresentação dos “alunos/revelação” da turma que se formava!

Este final de semana estará apresentando-se, no Rio e em São Paulo, o pianista e “levitador” húngaro, András Schiff.

Sim, levitar é o que ele faz quando senta-se ao piano, respira fundo e solta as maravilhosas mãos, contemplando a platéia com um som celestial, especialmente se a partitura for de Mozart, Bach ou Schumann, suas paixões: não é atoa que é considerado dos maiores artistas de seu tempo.

Mais uma preciosidade que vi em Salzburg… Saí com a nítida impressão que, depois de 15 minutos de concerto, ele e a banqueta já não se conectavam mais. E qual não foi a minha surpresa quando ouvi que alguns dos meus companheiros de empreitada ficaram com a mesma sensação. Então, plagiando mestre Ancelmo, a conferir!

Minha gratidão ao Professor Rafael Fonseca, maravilhoso também como dublé de fotógrafo. BN

Embaixador Ivan Cannabrava, BN e Claudia Nogarotto conversando com András Schiff sobre suas apresentações no BR!

 

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