CASA JULIETA de SERPA NO DIA DOS NAMORADOS

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Fachada da Casa Julieta Serpa

Uma boa opção para jantar no dia dos namorados é a Casa Julieta de Serpa na Praia do Flamengo no Rio de Janeiro. A decoração é totalmente francesa e a comida deliciosa. Um cardápio especial foi elaborado para esta ocasião sofisticado e maravilhoso!

Como dia 12 teremos a abertura da Copa do mundo , portanto o dia dos namorados será também comemorado nos dias 11 e 13. O restaurante preparou dois cardápios especiais para esta data, um que será servido no restaurante da Casa, o Paris Gastrô, e outro no salão do primeiro piso. São duas opções igualmente incríveis!

O drink do Paris Bar também foi criado especialmente para esta semana, “Amore Mio” é feito com conhaque, suco de abacaxi e um toque de limão! Um deleite total este programa!

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Detalhe da entrada.

Visual do restaurante com um clima totalmente Europeu, parece quase que fizemos uma viagem a Paris!

 

Imagem 3 Imagem 5Imagem 1Receitas divinas …

Imagem 6Camarão flambado com molho de whisky e cogumelos.

Mignon, molho Jack Daniels, purê trufado e pimentões defumados2

Mignon com molho Jack Daniel purê trufado e pimentões defumados.

Petit Gateau de frutas vermelhas 2Petit gâteau delicioso de frutas vermelhas.

Casa de Arte e Cultura Julieta Serpa

Praia do Flamengo 340

Tel; + 55 21 2551 1278

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PASSEANDO PELA BRILHANTE ALMA DE CARLOS LACERDA!

 

"Carlos Lacerda/ Cartas", o livro!
“Carlos Lacerda/ Cartas”, o livro!

 

Adoro livros sobre história, mas sempre acostumei a tê-los em sua versão formal, com princípio e fim, e recheados com aquele enredo que seu título prenuncia. Por isso, estou encantada com “Carlos Lacerda/Cartas 1933-1976”, organizado por Claudio Mello e Souza e Eduardo Coelho e editado pela divina Bem-Te-Vi.

Separadas em seções como “Família”, “Amigos”, “Autores e Livros”, “Política”, as cartas são deliciosas de ler e super instrutivas. Para simplificar minha tarefa, pois lidar com gênio não é “bolinho”, resolvi lê-las aos bocados, isto é, salteando os assuntos: Assim, passo do afeto ao desafeto, mudo de interesse e de luta como quem muda de página e, brincando entre as suas, estou encantada pelo livro e toda a atmosfera que marcou a vida do grande político Carlos Lacerda.

Principalmente para nós, que éramos muito jovens para os assuntos políticos ou nem nascidos quando sua estrela brilhava, “Cartas” é uma lição de história do Brasil do século XX e seu conteúdo vai além da versão oficial. Noves fora a maravilhosa maneira de escrever de Lacerda, famoso pela retórica e igualmente craque nas mal traçadas: Dá vontade de decorar trechos pra um dia usá-los, quando quisermos abafar. Como, por exemplo, a maneira que introduz uma delas, para o saudoso médico Marcelo Garcia: “De volta do nordeste, (…) encontro em casa a sua carta, tão generosa, tão nobre, tão Marcelo”.

 

Famoso pelo brilho e veemência na oratória, em algumas cartas lacerda não foge ao estilo: Amei, por exemplo, o "pito" que ele dá no igualmente grande, Burle Marx...
Famoso pelo brilho e veemência na oratória, em algumas cartas Lacerda não foge ao estilo: Amei, por exemplo, o “pito” que ele dá no igualmente grande Burle Marx…

 

Só para entrarem no clima, fiz uma pequena seleção das encantadoras despedidas das cartas de Carlos para “Minha Gatinha”, no caso Letícia Abruzzini Lacerda, sua mulher e amor: a-do-ro os “últimos românticos”:

– “Um beijo. Dois. Mil. Uma saudade sem fim. Carlos.”
– “Toda a saudade. Carlos.”
-“Um beijo. Quantos! E a saudade enorme!”
-“Suas cartas são (…): acalmam a angústia de esperar o fim e dão a certeza de que o fim se aproxima. O fim, quer dizer, o começo. Outros beijos, Carlos”.
-“Domingo vou andar pelos nossos lugares e dizer a eles que você é uma ingrata… Vês? Virei Casimiro de Abreu e a culpa é tua!”

Por estas e muitas outras é que “Cartas” merece lugar de honra em nossa estante! BN

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AS MESAS E OS ARMÁRIOS DE HOWARD SLATKIN, DE CAPOTAR DE TÃO ORGANIZADOS!

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Nunca vi um capricho semelhante ao adentrar a casa de HOWARD SLATKIN! Quase fiquei vesga pois não sabia pra onde olhar!

A mesa do almoço estava capotante, um deslumbre, toda com peças, louças, talheres, copos e detalhes da CZARINA, e as flores de Vladimir Kanevsky, que eu amo, também da CZARINA.

Depois do almoço fomos visitar os bastidores: cozinha e armários… Quase caí dura diante da organização, nunca tinha visto nada igual!

Depois me contem o que acharam!

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Os Bastidores:

 

 

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Fotos das mesas que ele fez, flores usadas, detalhes da decoração para inspirar e não repetir o mesmo décor! ( desculpem a foto, mas tirei com o telefone, correndo pra não perder e mostrar pra voces! Ficou péssima…mas da pra ter idéia de como é!)

 

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IMG_0692Esta está melhor! Peguei “emprestada” do instagram dele, que aliás é maravilhoso! Vale a pena segui-lo!

 

 

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AC

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DELVAUX UMA MARCA DA NOBREZA BELGA

max_423_11207461_4 A marca DELVAUX na Bélgica equivaleria a marca HERMÉS na França. Delvaux é sinonimo de luxo, é o fornecedor oficial da realeza belga. A marca que foi fundada em 1829, e está voltando com força total.

Charles Delvaux começou a fabricar baús em madeira e em couro,  para uma Europa que estava começando a viajar, e a descobrir esta industria por meio de carruagens, de trens ou de barcos. As pessoas precisavam de baús grandes para viajar e foi assim que tudo começou…Enquanto isso, Louis Vuitton se preparava para abrir, 8 anos depois, seu ateliê em Asnière perto de Paris.

A história da marca Delvaux se confunde com a da Bélgica. Em 1859 Paola, a rainha, recebe para seu casamento uma bolsa feita em sua homenagem chamada “Mon grand Bonheur”( minha grande felicidade) e vira febre total no país.

 

O Rei Alberto II e a rainha Paola usando a bolsa"Mon grand bonheur"
O Rei Alberto II e a rainha Paola usando a bolsa”Mon grand bonheur”

 

Até pouco tempo a marca estava quase que sumindo, apesar de uma fabricação de altíssima qualidade, até que um grande investidor de Hong Kong, acreditou, investiu e fez com que a Delvaux voltar com força total!

A outra grande responsável por este “boom”, foi Christina Zeller, que trabalhou com grandes estilistas como Givenchy, Lacroix, Lagerfeld e Lanvin. Ela transformou todos os grandes modelos clássicos da marca como “le Brillant”modelo de 1958, “La Tempête”de 1969, et “Madame”de 1977 que eram usados por senhoras, em bolsas super fashion, modernizando-as com cores e formas e fazendo com que virem o maior sucesso em todas as paginas de moda de revistas de New York a Tokyo.

Vejam alguns modelos…

 

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Abaixo modelos divertidos e irônicos das bolsas DELVAUX…

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Delvaux está a venda em Paris no Bon Marché e em breve abrirá sua loja divina na Galerie du Palais Royal.

MP

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