Bebel Bittencourt Niemeyer

SOBRE A INESGOTÁVEL TURQUIA!

Estamos todos convidados pra este lançamento maravilhoso amanhã, na Travessa do Leblon!

 

Quem acompanha nosso amado BLOG sabe da paixão que tenho pela Turquia por isso, tudo que vem de lá, é super bem-vindo…Especialmente se, como neste caso, for trazido por amigas de uma vida, competentes e queridíssimas.

 

Por conta da maravilhosa Salve Jorge, nos próximos oito meses seremos a filial da Turquia nas Américas… Portanto saiba como tudo começou, lendo esta preciosidade!

 

Trata-se de dois livros maravilhosos sobre este país mágico, que serão lançados amanhã, dia 6 de novembro, nas livrarias de todo Brasil. Pros cariocas a Adress, editora que amamos e que é responsável pelas duas edições, faz uma vernissage na livraria Travessa do Leblon: não perco por nada deste mundo.

 

O segundo lançamento do dia é apetitoso: a cozinha turca!

 

Duas obras, dois pontos de vistas originalíssimos e um país maravilhoso: a Turquia é inesgotável. Nos vemos amanhã por lá? tomara… BN

 

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VIAGEM MUSICAL DE SONHO A EDIMBURGO!

 

Meu desbravador dos sertões da música clássica Rafael Fonseca!

 

Meu maravilhoso mestre e personal Vergílio, isto mesmo pois como o poeta, ele é o melhor condutor pelo mundo celestial da música… Trato de Rafael Fonseca que visita o nosso BLOG para contar sobre sua última incursão musical: são as viagens mais fantásticas! BN

RAFAEL FONSECA:
” 
Quem nunca ouviu dizer que Salzburg é a Meca da Música Clássica? Que seu festival é o mais importante do mundo? Não retiro um único milímetro disso: Salzburg é a cidade da música par excellence — e estamos conversados. Neste último Festival de Verão, tive a honra de formar um seleto grupo e levar uma das três blogueiras mais chique das Américas comigo: Bebel Niemeyer. Ela e Paulo puderam conferir a grandiosidade do que é apresentado na charmosíssima cidade de Mozart. Vimos e ouvimos András Schiff, Daniel Barenboim, Mariss Jansons e todo um elenco estelar que você só pode ter, assim, reunido, lá mesmo.

 

BN e Rafael Fonseca na maravilhosa Salzsburg!

 

Salzburg é isso, é tradição. Você vai ver pessoas trajadas inteiramente de tirolês, vai se sentar — como aconteceu conosco — perto de pessoas mundialmente famosas. Bebel sentou-se a uma cadeira de Angela Merkel; outra vez ficamos logo atrás do maestro Simon Rattle (que foi ouvir a mulher, Magdalena Kožená no Mozarteum); e ainda numa outra, num frenesi que abalou todo o teatro, estávamos pertinho da diva maior do momento, a russa Anna Netrebko, o que deixou o nosso Embaixador Cannabrava quase sem ar! Até um bom papo com András Schiff pudemos ter, como Bebel já noticiou aqui.

Mas eu me sentei aqui para escrever sobre Edimburgo. Então, se Salzburg está com essa bola toda, pra que ir pra Edimbrá? Essa é uma pergunta que pode passar pela cabeça de vocês. Bom, um primeiro motivo pode ser o econômico [risos], já que a capital escocesa é sensivelmente mais em conta que a cidadela austríaca. Mas o Edinburgh International Festival tem o seu charme, deixe-me fazer, aqui, sua defesa.

 

 

O Festival de Edimburgo é o maior festival de artes do mundo. A programação é inacreditável, você pode assistir a excelentes produções shakespearianas de teatro, ver dança moderna (inclusive, nossa Debora Colker estava lá), ver balé tradicional, exposições (havia uma mostra ótima de Van Gogh e Kandisnki), ver espetáculos típicos (a Cavalaria Real, por exemplo), e uma programação de Música Clássica de peso. As datas coincidem com Salzburg e pode-se dizer que são festivais concorrentes. O que Edimburgo tem como vantagem, se Salzburg é tão especial?

O que atrai na capital escocesa é essa diversidade. Sim, porque além da enorme programação oficial, ainda tem o Fringe, que é a programação paralela. Nela você tem Pubs virando teatro para apresentações alternativas, antigas igrejas virando casas de jazz, malabaristas na rua, corais jovens nas praças, shows nos parques. Não haverá um único terráqueo se sentindo fora do lugar. E são coisas do mundo inteiro: como eu já citei, estava lá a Debora Colker com o espetáculo “Tatyana” e o ator Guilherme Leme com a peça “O Estrangeiro”.

E na parte musical, como eles sacaram que tradição era o peixe de Salzburg, então eles vendem inovação. Com nomes também muito importantes, como Esa-Pekka Salonem, Iván Fischer ou Daniil Trifonov, eles dão espaço a obras interessantíssimas. Pude conhecer peças sinfônicas do letão Pēteris Vasks, da sul-coreana Unsuk Chin, do italiano Giacinto Scelsi, todos compositores de porte.

E depois você pode dar uma esticadinha até Saint Andrews, a uma hora e meia de carro dali, cidade universitária das mais charmosas — onde, aliás, Kate conheceu William, com paisagens fantásticas! Nada se parecerá com o interior britânico, aquela vegetação que parece ter sido planejada por paisagistas.

 

Ruínas da antiga Catedral, em Saint Andrews.

 

E você pode dar, ainda, uma esticada até Inverness, a capital dos Highlands!

 

 

Por tudo isso, dou minha dica: podendo, faça como eu fiz esse ano, 10 dias em Salzburg e mais 10 dias em Edinburgh (antes ou depois, não importa!), e você vai alimentar sua alma de música e arte com experiências incríveis!” RF

CLIQUE AQUI PARA O SITE DE RAFAEL FONSECA!

 

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SOBREMESA DELICIOSA EM VERSÃO LIGHT OU HEAVY METAL!

Esta sobremesa não tem receita pois é mais uma idéia para usarmos as chiquérrimas “frutas vermelhas”, em versão “light” ou calórica, dependendo da sua disposição pra malhar com nosso Ave César ou Ivan, no “day after”. BN

Nesta versão light, vejam as frutas misturadas, na parte do meio, o creme batido de um lado e açúcar cristal, do outro.
Eis o plano B, com as coitadinhas afogadas num delicioso chantilly, menos pecaminoso porque foi feito com o creme de leite light!

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RAVE CULTURAL!

Vejam a fila no CCBB, de dobrar quarteirão e continuar, que se formou noite a dentro no último sábado, para conferir a visita dos Impressionistas ao Rio: VI- BREI!!!

 

Uma das glórias de minha existência foi ter tido a sorte de conhecer Paris.

 

O entardecer em Paris: ai que visão….

 

Berço do “Iluminismo” que lhe deu o título de “Cidade Luz”, a capital francesa sempre teve vocação instigadora e inspiradora, por isso testemunhou muitos outros nascimentos, como o do assunto deste post: a escola de pintura “Impressionista”, que mudou a ótica da humanidade, no século XIX, para sempre.

 

Eis a gênese do Impressionismo: “Impressão, nascer do sol”, de Claude Monet!

 

Ao pintar o efeito da luz e a decomposição das cores, estes artistas/cientistas fizeram uma das grandes revoluções estéticas da face da Terra e podemos, até hoje, constatá-la visitando o emblemático Museu D’Orsay, em Paris, que abriga algumas das mais importantes obras do movimento e, através delas, conta a sua história.

 

Visão externa do Museu D’orsay, antiga estação de trem, à beira do rio Sena: se museu pode ser chic, este é até o fundo da alma!
Visão do interior do Museu D’Orsay: antiga gare repaginada!

 

Pois oitenta e nove quadros preciosos deste acervo estão no Rio de Janeiro, até 13 de janeiro de 2013, magistralmente instalados no Centro Cultural do Banco do Brasil, que conquistou o privilégio de exibi-los por ser, entre outros requisitos, o décimo sexto centro cultural mais visitado no mundo.

 

“O tocador de pífaro”, by Claude Manet: um dos carros- chefe do D’Orsay que estão visitando o Rio: me senti, como carioca, recebendo a Rainha da Inglaterra e sua corte!

 

Para conferi-lo, nosso BLOG  entrou na onda do “Viradão Impressionista”, apelido dado às 30 horas ininterruptas em que o CCBB abriu suas portas, no último fim-de-semana, por conta da mostra, e ficou de queixo caído: filas de dobrar quarteirão, all night long, todo mundo numa boa, sem lenço e sem documento, esperando a sua vez de constatar que Paris-est ici…

 

Fila assim às 00:30 de uma noite de sábado, só vi pra comprar entrada em final de campeonato… de futebol, bien sûre!

 

Portanto, não percam esta maravilhosa chance, neste feriadão, de começar com o pé direito suas andanças pela cidade mais glamurosa do planeta, se é que você já não andou por Paris: eu vou repetir a dose! BN

 

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